Divinópolis: Fiscal interdita e multa obra da família Galvão Barros; que ignora lei e continua construção


O Divinews recebeu uma denúncia, de que existia uma obra no final da Avenida Divino Espirito, no Bairro Sidil, que além de estar próxima a dois córregos, sendo que um deles corre água de uma nascente, que estava sendo construída irregularmente sem projeto arquitetônico e sem alvará da Prefeitura. O Divinews ao chegar ao local e indagar aos moradores vizinhos à construção, tomou conhecimento de que a construção pertence à família Galvão Barros, mais especificamente a Alexandre Galvão Barros – Segundo o fiscal Jonas Fernandes Tavares, servidor concursado da Secretaria de Meio Ambiente, da Diretoria de Fiscalização, no último dia 18, a fiscal Diva Ferreira da Silva, esteve na obra e a interditou. Contudo, no dia seguinte, no dia seguinte, ou seja, 19, a interdição foi ignorada e a obra continuava a ser executada. Então foi lavrada uma multa de R$ 2 mil reais, e comunicado a ilegalidade para a Procuradoria-Geral do Município que tomará as devidas medidas junto ao Ministério Público – Além desta infração administrativa, existe ainda a dúvida quanto ao Meio Ambiente, já que a obra está bem próxima da Lagoa do Sidil e basicamente quase dentro dos dois córregos. Contudo, segundo consulta realizada, alguns técnicos dizem que a área já pode ser antropizada, ou seja, suas características originais já foram alteradas pela ação do homem.

 

14 comentários em “Divinópolis: Fiscal interdita e multa obra da família Galvão Barros; que ignora lei e continua construção

  • 4 de fevereiro de 2018 em 14:38
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    Não pode haver tanta polêmica em cima de uma situação tão simples, se existe uma lei que apura a situação condições para domínio e usufruto da área, “mesmo que falha” esta deverá ser respeitada, agradando a todos ou não, assim é nosso judiciário, como dizem “cego” não dá para querer ver apenas para polemizar, acusar sem comprovar, e além de tudo com qual interesse? Não sei quem está certo nesta situação, mas que que os fatos devem ser analisados sem o calor da emoção, isso sim deverá ser feito, doa o que doer … Por fim espero que o ser humano seja menos egoísta respeitando o que que de direito deve ser do outro, e o que da mesma forma não deve ser quando não há direito!!! Comparado o que devemos dizer o que é certo? E comparado a que, devemos dizer o que é errado? Sejam felizes!!!

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  • 27 de janeiro de 2018 em 16:06
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    Divinews sensacionalista e mais um monte de gente que adora atirar a pedra!

    Esse Divinews tinha era que acabar.
    Jornalista porra nenhuma!!!
    Fica queimando o filme de quem estudou e fez faculdade.
    A notícia não pode ter lado senhor “jornalista”, dê a notícia mas não influencie a massa (manipulável) para opinar!

    Apure de fato a notícia!

    Divinews, você são nojentos!!!
    Deviam era fechar!!!

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    • 27 de janeiro de 2018 em 20:57
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      Mas você não vai ver isso não. Fique tranquilo. Você não sabe que antes de publicar o Divinews entrou em contato com um membro da familia, que para preservar preferir não falar. MOSTRE O ALVARA DE CONSTRUÇÃO ? OS LICENCIAMENTOS AMBIENTAIS E DAREMOS TODO O DIREITO DE RESPOSTA. O problema é que muitas pessoas da cidade estavam acostumadas a fazer coisas erradas e ficar por isso mesmo.

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  • 27 de janeiro de 2018 em 10:51
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    Seguramente que a obra deve estar entre as liberações do Clever Grego, algumas liberadas verbalmente e muitas contrárias aos pareceres técnicos. Depois que veio a questão da liberação de ocupação em áreas antropicamente consolidadas o desrespeito ao meio ambiente voltou com tudo. A que ser observado se o processo passou pelo crivo do Codema e por outros trâmites de competência dos órgãos da prefeitura, inclusive o órgão ambiental. A questão das APPs localizadas em áreas antropotizadas, não foi debatida para que fosse estudado caso a caso. Existem propriedades privadas de grande valor ambiental que estão numa área antropicamente consolidada e para este aspecto não se deu o devido valor. Nenhum proprietário quer ceder, não há o interesse das administrações públicas de preservar, então encontra se um jeito brasileiro para liberar. Todo mundo está preocupado com o meio ambiente, mas desde que não mexam com seu meio ambiente (interesses). No ponto que a edificação chegou, dificilmente vai parar. Caso o ministério público haja dentro dos rigores da lei e a obra realmente estiver em situação irregular, a determinação do promotor é a demolição. Se houve a liberação por parte de algum órgão da prefeitura a que se apurar as responsabilidades e punição cabível.

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  • 27 de janeiro de 2018 em 10:50
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    Seguramente que a obra deve estar no bojo das liberações do Clever Grego, algumas liberadas verbalmente e muitas contrárias aos pareceres técnicos. Depois que veio a questão da liberação de ocupação em áreas antropicamente consolidadas o desrespeito ao meio ambiente voltou com tudo. A que ser observado se o processo passou pelo crivo do Codema e por outros trâmites de competência dos órgãos da prefeitura, inclusive o órgão ambiental. A questão das APPs localizadas em áreas antropotizadas, não foi debatida para que fosse estudado caso a caso. Existem propriedades privadas de grande valor ambiental que estão numa área antropicamente consolidada e para este aspecto não se deu o devido valor. Nenhum proprietário quer ceder, não há o interesse das administrações públicas de preservar, então encontra se um jeito brasileiro para liberar. Todo mundo está preocupado com o meio ambiente, mas desde que não mexam com seu meio ambiente (interesses). No ponto que a edificação chegou, dificilmente vai parar. Caso o ministério público haja dentro dos rigores da lei e a obra realmente estiver em situação irregular, a determinação do promotor é a demolição. Se houve a liberação por parte de algum órgão da prefeitura a que se apurar as responsabilidades e punição cabível.

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  • 23 de janeiro de 2018 em 20:56
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    Se estão preocupados com o meio ambiente deveriam plantar mais árvores. Toda construção Nova em Divinópolis não tem nem sequer um árvore na frente.

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  • 23 de janeiro de 2018 em 19:01
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    A prefeitura deveria ir na final da rua pitangui para ver outras irregularidade mas tem verba na frente para libera projeto de construção na margem do rio porque ele não vão ver isto sendo que la é ária de risco!!!!

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  • 23 de janeiro de 2018 em 13:30
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    QUEREM IPTU JUSTO
    JUSTO PRÁ QUEM ???

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  • 23 de janeiro de 2018 em 09:38
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    Ah engraçado então Alexandra, CDL, e Geraldo Barros que brigam pelos chamados “direitos” se acham acima de tudo e de todos! É assim vale tudo em prol de seus interesses!!! Quanta hipocrisia!!!!! Ontem mesmo estavam lá levantando faxinhas p não pagar o preço.justo de IPTU! Podem verificar nem IPTU desse lote deve estar pago. Esperar 4 anos né Alexandra p entrar um amiguinho e dar o famoso jeitinho!! Candidato a prefeito desonesto q bate no peito p acusar os outros.

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  • 23 de janeiro de 2018 em 07:59
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    Estão preocupados tanto com o meio ambiente em Divinópolis, que deixaram a Lagoa do Sidil virar um lixo. Que palhaçada esta interdição.

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    • 23 de janeiro de 2018 em 12:17
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      As pessoas que geram emprego e fazem o bem são as mais perseguidas.

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  • 22 de janeiro de 2018 em 23:07
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    As fotos demonstram apenas a construção de muro, sem obra iniciada conforme menção da fiscal. Se tiver respeitado divisão com os confrontantes está dentro da norma

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    • 23 de janeiro de 2018 em 11:10
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      KKKK… obra próximo da Lagoa e com nascentes??!!!

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    • 23 de janeiro de 2018 em 11:14
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      A construção de muro é uma forma de começar a ocupação… com nascentes e próxima a Lagoa do Sidil e com ordem de interdição descumprida. Donos do poder e incoerentes… indefensável.

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