A Secretaria de Meio Ambiente, que tem como secretário Clever Greco (Bezito), através da Diretoria de Código e Postura, que historicamente sempre foi de sua responsabilidade a dos vendedores ambulantes em vias públicas, que estão fora do camelódromo, após a publicação de um decreto do prefeito que dava poder também para os agentes de trânsito passarem a fiscalizar, resolveram, alegando vários motivos que não existe condições humanas e nem técnicas de fazer o que sempre fizeram, ou seja fiscalizar – Conforme fala do vereador Eduardo Print Junior (SD), a revogação do artigo 4º da Lei Orgânica do Município que retirou o poder de fiscalização por parte dos agentes de transito, não resolveu o problema que até o momento está colocado – Os agentes de trânsito procuram o Legislativo para que seja apresentado um projeto que revoque o artigo 4º da Lei, que os autoriza a fiscalizar. Ao mesmo tempo em que os fiscais de postura também procuram o Legislativo, para que essa mesma lei seja revogada, mas integralmente e não apenas o artigo 4º. Segundo o edil os fiscais de postura, dizem que “revogando a Lei na íntegra, o bônus que foi dado para o agente de transito também é revogado, e esse bônus só foi dado desde que eles tivessem o “ônus” de fiscalizar os ambulantes” – Print Junior atribui esse desentendimento entre as duas Secretarias à falta de diálogo do Executivo, de um modo geral, não apenas com os vereadores, mas com os servidores, e até mesmo a população. “Temos dificuldade em agendar com os dois secretários para expormos as dificuldades das duas Secretarias – Os fiscais de código e postura dizem que não é justo, por que estão sem horas extras, que trabalham sábado, domingo e feriado e tem que cumprir a carga horária superior a 30 horas. Já o agente de transito recebeu o bônus de 30 horas, mas não precisa mais realizar a fiscalização dos ambulantes nas calçadas – O impasse é que o agente de trânsito não foi preparado para isso”, afirma o vereador. Que opinou dizendo que o agente poderia funcionar em uma ação preventiva, ao ver alguém montando um balcão ou uma barraca, ele alerta de que não pode ser feito isso, e se o ambulante insistir, ele imediatamente aciona os fiscais de código e postura – Outra alegação dos fiscais é que, eles não tem condições operacionais de trabalho, em consequência do carro da .jpg)
Fiscais de código e postura de Divinópolis denunciam agentes de transito no Ministério Público; “Falta de pulso”, afirma vereador

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