Na última sexta-feira (17), o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Herman Benjamin, negou o pedido de liminar para revogar as medidas cautelares impostas à biomédica Lorena Marcondes. Por anos, Lorena atuou em Divinópolis realizando procedimentos estéticos que não eram autorizados pela sua profissão, configurando prática ilegal – A profissional, indiciada pela morte de Íris Martins, segue enfrentando as restrições impostas pela Justiça. O mérito do recurso ainda será analisado, mas as medidas cautelares permanecem em vigor.
O Caso e a Atuação Irregular
O caso de Lorena Marcondes ganhou repercussão após a denúncia inicial publicada exclusivamente pelo Divinews, que expôs sua atuação irregular na área de estética. A divulgação gerou um processo contra o portal pela biomédica. Entretanto, foi somente após a morte de uma de suas pacientes que o caso tomou maior amplitude e passou a ser noticiado em outros veículos de comunicação, até por um que a homenageou como ‘Mulher Notável’.
Na época, até mesmo o Conselho Regional de Biomedicin, que já tinha denúncia registrada contra a profissional se posicionou contra o Divinews, exigindo retratação pelo fato. Contudo, após os erros cometidos pela profissional virem à tona, o Conselho seguiu e segue em silêncio sepucral.
Medidas Cautelares e Violações
As medidas cautelares impostas à biomédica incluem:
- Proibição de exercer a profissão;
- Proibição de utilizar redes sociais;
- Proibição de manter contato com testemunhas do processo;
- Restrições para sair de casa sem autorização judicial.
Desde 9 de maio de 2023, Lorena Marcondes encontra-se sob regime de restrição domiciliar. Atualmente, ela mora em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte. Apesar das determinações judiciais, Lorena desrespeitou por diversas vezes as decisões da Justiça, utilizando a internet para divulgar suas atividades, mesmo sob proibição.
Impacto do Caso
A continuidade das medidas cautelares reforça a gravidade das acusações contra Lorena Marcondes e o compromisso do Judiciário em proteger a sociedade contra práticas ilegais. O caso serve como alerta para a importância da fiscalização rigorosa em áreas que envolvem saúde e bem-estar.
O Divinews, pioneiro na denúncia da atuação irregular da biomédica, continua acompanhando os desdobramentos do caso, reafirmando o papel essencial do jornalismo na defesa do interesse público.







não tem jeito. tem que ficar presa mesmo. não matou? cadeia nela…….