A Policia Civil de Minas Gerais (PCMG), na entrevista coletiva desta terça-feira (24), ao informar a conclusão do inquérito que investigou as “praticas profissionais” de Lorena Marcondes, não deixou duvidas que, a biomédica matou a paciente Iris Martins – O chefe do 7 Departamento de Policia Civil, Delegado Flávio Destro, em sua fala foi claro: “A Policia Civil concluiu que a biomédica realizou um procedimento de lipoaspiração na paciente Iris. Um procedimento de grande porte, uma cirurgia em que ela ministrou anestésico muito superior a quantidade permitida, levando a uma intoxicação da paciente, que foi responsável por desencadear todos os eventos subsequentes. Portanto, no entendimento da Policia Civil, a biomédica matou a paciente Iris, ao submetê-la a uma cirurgia de grande porte, sem ter habilitação para isso, já que ela não é médica”,
O Delegado, explicou também que a conduta da biomédica, ao assumir o risco de levar o paciente a morte. Portanto, ela foi indiciada por homicídio qualificado, com dolo eventual, já que ela tinha pleno conhecimento de que aquele procedimento ela não poderia realizar.
Flavio Destro, disse ainda que existem qualificadoras que potencializam as penas da biomédica: “traição, já que a paciente depositou toda confiança no trabalho da biomédica, que a enganou dizendo que seria um procedimento estético superficial, e ao contrário disso, ela submeteu a paciente a uma cirurgia de grande porte. Outra qualificadora é motivo torpe, já que ela objetivava exclusivamente o lucro e não o atendimento do paciente”, finalizou.
Entrevista coletiva, na íntegra






