Advogado de Bruno, ex-goleiro do Flamengo, condenado a 23 anos pelo assassinato de Eliza Samudio, ao assumir defesa da biomédica de Divinópolis diz que morte de paciente foi fatalidade

Publicado por: Redação

Segundo matéria publicada no Portal Gerais, em que o advogado de defesa da biomédica, Tiago Lenoir, se pronunciou avaliando que a morte de Iris Dorotéia do Nascimento Martins, como sendo uma “fatalidade” e não homicídio doloso,  que ocorreu durante um procedimento estético, realizado por sua cliente, sem que tivesse autorização para isso. Ao portal disse que a biomédica “nunca teve a intenção de matar ou de assumir o risco de matar a vítima” – O fato é que Tiago é o mesmo advogado que defendeu o ex-goleiro do Flamengo que cumpriu uma pena de 23 anos por homicídio e ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado de Eliza Samudio – É também o mesmo advogado, que segundo o G1, em 2012, antes da condenação de Bruno, em uma rede social apostou uma caixa de cerveja de que ele seria condenado a mais de 38 anos, se os advogados do goleiro àquela época continuassem a linha de defesa que estavam adotando; dois dias depois os advogados foram destituídos e ele assumiu o caso – É fato também que, a defesa de Bruno foi conturbada, passaram vários advogados, começando por Érsio Quaresma. 

Resumo dos fatos

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Iris Doroteia se submeteu na manhã da última segunda-feira (08) a um procedimento invasivo na clinica da Biomédica, que não tinha autorização para realizar  lipoaspiração. Durante o procedimento ela teve uma parada cardiorrespiratória, sendo socorrida pelo SAMU e enviada para o Hospital São João de Deus, em estado grave foi direto para o CTI. No mesmo dia a  noite ela morreu.

Relembre o caso Eliza Samudio

O caso Eliza Samudio refere-se aos acontecimentos que envolveram o desaparecimento e morte da modelo e atriz Eliza Silva Samudio, ocorridos em 2010. Durante as investigações, uma das testemunhas relatou aos investigadores do caso que a moça teria sido morta por estrangulamento. Em seguida, o cadáver teria sido esquartejado e enterrado sob uma camada de concreto. O caso obteve repercussão nacional e internacional, pois o goleiro ex-atleta do Flamengo, Bruno Fernandes foi um dos seus elaboradores.

 

 

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