Nesta segunda-feira (02), o prefeito de Divinópolis, Gleidson Azevedo (PSC) acompanhado da secretária de Educação, Andreia Dimas, estiveram na sede do Ministério Público, com o promotor Marcelo Valadares Lopes Rocha responsável pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, em uma tentativa de se antecipar às denunciar formuladas e já levando alguns documentos que ambos avaliam como suficientes para provar que não houve qualquer tipo de dolo na adesão de diversas Atas de Registros de Preços, quando compraram centenas de itens para as escolas com suspeita de preços superfaturadas, por uma denúncia do vereador Ademir Silva – Não avisaram a eles que esse não é o papel constitucional do Ministério Público.
Para apurar as suspeitas de superfaturamento foi nomeada uma CPI, que até então estava paralisada por que o vereador Edsom Sousa, líder de Gleidson Azevedo na Câmara bateu pé pela proporcionalidade de partidos na comissão nomeada pelo presidente, Print Junior.
Contudo, com o oficio assinado hoje, segunda-feira (2/5), pelo presidente da Câmara, vereador Eduardo Print Junior, destituindo Edsom Sousa da CPI e nomeando Josafá Anderson em seu lugar, assim como a Ana do Quintino, criando assim a tal proporcionalidade, é possível que já a partir desta próxima terça-feira (3), os membros da comissão se reúnam e através de eleição sejam nomeados os cargos de presidente, relator, secretário e membros.
O fato é que, a entrega dos documentos ao MP foi um “ponto fora da curva”, apenas mais um ato de pirotecnia, bravata e populismo, ou mesmo ignorância jurídica, não apenas do prefeito e da secretária, mas também de quem o assessora, como por exemplo, o procurador-geral da Prefeitura. Já que o órgão ministerial não examinará e não emitira nenhum parecer sobre os documentos entregues. O MP precisa ser provocado e isso só ocorrerá quando ao término das investigações da CPI a Câmara lhe encaminhar o relatório final.
A adesão a Atas de Registros de Preços já existentes não os livra da responsabilidade de ter comprado equipamentos superfaturados e desnecessários.
Segundo fonte de informação do Divinews, as adesões às Atas de Registros de Preços teriam sido providenciadas por um dos assessores do deputado estadual Cleitinho Azevedo, que teria realizado os primeiros contatos, diante da urgência em fechar os 25% que são obrigatórios que os municípios invistam em educação. Por isso, somente em dezembro Divinópolis efetuou a compra de cerca de R$ 30 milhões em materiais desnecessários.







Agora vai dançar na boquinha da garrafa cabeça de repolho
30 milhões para 53 escola municipal …566.000,00 pra cada uma ….!?
Será que agora agora a população vai conhecer os verdadeiros Azevedos?
Será que o promotor entendeu o idioma assemelhado ao português que o irmao do creitim fala?
Depois da documentação que o presidente da câmara municipal apresentou hoje no bom dia Divinópolis, o rascunho de prefeito e a secretária Andreia tinham que estar presos preventivamente. Será que os empresários da cidade vão continuar adotando bens públicos depois de tamanha falcatrua?
Isso é só mais uma prova do quanto o rascunho de prefeito está desesperado e desamparado juridicamente. Atitude de quem tem culpa no cartório. Espero que a comissão de justiça da câmara esteja esteja preparada para fazer uma investigação eficiente e justa, para que esse ignorante que se diz o melhor prefeito do Brasil não passa de um analfabeto. QUE SEJA FEITO JUSTIÇA.
Isto só acontece em DIVINÓPOLIS, enquanto nossas cidades vizinhas ganham prêmios e seus prefeitos aplaudidos pelo povo aqui faz a população ver uma cena dessas provavelmente nem o MP endentedeu o que estava acontecendo.
Vamos la vereadores a querre ja começou e voces levarao o primeiro bombardeio
Sabe que fez merda, réu confesso. Denuncia espontânea.