Identificação e recuperação dos corpos soterrados no Cemitério da Paz podem custar R$ 20 milhões e durar 50 anos

Publicado por: Redação

No dia 31 de janeiro, o muro do Cemitério da Paz, no Centro, desabou devido à uma obra ao lado da estrutura. Com isso, dezenas de túmulos foram soterrados e famílias desoladas por vivenciar a dor do luto novamente.

O caso está em processo judicial e ocorre entre Prefeitura, as famílias das vítimas e a construtora responsável pela obra. Até hoje, os restos mortais de dezenas de pessoas estão debaixo dos escombros e é preciso fazer o recolhimento e identificação desses.  A Câmara Municipal chegou a montar uma comissão para agilizar o processo que vem causando dor e sofrimento aos atingidos.

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De acordo com a Prefeitura, foram realizadas obras para impedir um novo desabamento no local, mas os próximos passos dependem de atualização jurídica, o que pode demorar o processo.

A Procuradoria Geral do Município convidou uma equipe técnica na Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) para realizar uma análise do quadro da tragédia. No laudo, realizado pelos especialistas, aponta que o trabalho de verificação e identificação das ossadas e do DNA deve durar entre 40 e 50 anos e teria um custo de aproximadamente R$ 20 milhões.

Segundo a assessoria de comunicação, há divergências de ideias entre todas as partes, o que dificulta o andamento das decisões quanto ao ocorrido. “A Prefeitura acredita que o melhor seja contratar uma empresa de arqueologia, que fará a remoção e cuidará dos restos mortais até que haja um desfecho judicial, mas alguns representantes das famílias tem a colocação que esses restos mortais só saíam dos escombros direto para identificação”, explica Evandro Araújo, diretor de comunicação.

O Executivo, também, não decidiu sobre a possível isenção da taxa de manutenção dos cemitérios às famílias atingidas. Conforme repassado pela assessoria, a Secretaria de Operações e Serviços Urbanos (Semsur), responsável pela cobrança, encaminhou a demanda ao jurídico, que analisará o pedido.

comentários

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  1. Anônimo disse:

    Boa noite estou novamente colocando o meu comentário aqui, o mesmo que postei na parte da manhã e que foi retirado, peço a gentileza de usar os princípios éticos da impressa, que acima de tudo é levar a verdade a população.
    O que eu disse anteriormente foi que esta reportagem é extremamente tendenciosa ao não procurar a associação, que teve que ser criada para resolver a questão dos túmulos desabados tanto quanto a dos corpos que estão sem uma destinação.
    Na matéria acima o jornalista diz que a prefeitura sugere a contratação de uma empresa de arqueologia para fazer o resgate dos corpos, o que é uma inverdade, quem sugeriu isso foi a associação dos parentes dos falecidos. Outra omissão de informação é que não citaram a família Martins, que é a proprietária do terreno e da obra, e consequentemente corresponsável pelo ocorrido. Vejo essa reportagem com extrema conotação política, que vem fazer a prefeitura como boa e as vítimas, como quem não quer resolver a situação, somos nós quem mais queremos um desfecho, que se houvesse senso de responsabilidade das partes envolvidas as coisas já estariam resolvidas ou pelo ao menos em andamento.
    Não nós esqueçamos que este ano é ano de eleições, e eles fazem de tudo para se passarem por bons. Vou postar novamente e tirar um print da tela para ver se vocês terão coragem de tirar novamente

    1. Divinews disse:

      O Divinews não teme Print Screen de tela

  2. André Luis de Paula disse:

    É realmente uma vergonha, toda essa situação, principalmente as autoridades tentarem se isentar das suas respectivas responsabilidades, e agora a imprensa parcial editar uma matéria capsiosa, que além de inverter certas informações, eles escondem outras, como por exemplo, não citar na matéria o grupo da família Martins, que é a proprietária do terreno e também co- responsável na tragédia, enfim a matéria está cheia de erros e como eu disse acima, tendenciosa.
    Mas será porque? É só pensar um pouco, o que temos para outubro? Á já sei, eleições.
    Vamos pensar um pouco amigos, e nos informar direito. Tanto tem se falado na imprensa em fake news é triste ver ela própria manipulando as informações.

  3. Anônimo disse:

    Identificação e recuperação dos corpos soterrados no Cemitério da Paz podem custar R$ 20 milhões e durar 50 anos https://divinews.com/2020/07/14/identificacao-e-recuperacao-dos-corpos-soterrados-no-cemiterio-da-paz-podem-custar-r20-milhoes-e-durar-50-anos/ OLHA PRA VOCÊ QUE ABSURDO! AGORA EU ENTENDI POR AINDA NÃO RECONSTRUIRAM O MURO DO CEMITÉRIO DO CENTRO. FINALMENTE, OS LADRÕES DA PREFEITURA CONSEGUIRAM BOLAR ALGO TÃO NEBULOSO E SORTIDO PARA ROUBAR O DINHEIRO DO POVO. 120 MILHÕES DE REAIS E MEIO SÉCULO PARA IDENTIFICAÇÃO DAS OSSADAS. EU NÃO ACREDITO QUE O VALOR SEJA ESSE E NEM O TEMPO ESTIMADO. SERÁ QUE ELES JÁ OUVIRAM FALAR NUMA COISA QUE SE CHAMA DNA? EM BRUMADINHO E EM MARIANA NÃO GASTARAM TANTO TEMPO E DINHEIRO.

  4. Anônimo disse:

    Que isso gebte ate depois de morto a familia quer dinheirk pelo amor de deus o ser humano hj so pensa em dinheiro deixa o povo vontruir e mala junta o resto e coloca num jazigo e prontopovo sem vergonho nem o pobres difuntos tem sussego depoisde morto e a família so quer dinheiro leva o dinheiro pro enterro tambem pando de fominhas…….

  5. Anônimo disse:

    Prefeito Galileu, está BOMBA agora tá sua mão, dá um jeito rápido nisso ai, pois o cemitério municipal é da sua responsabilidade nesta gestão administrativa, manda a Construtora contratar uma empresa responsável para fazer a procura das ossadas no meio desse grande escombros.
    A chuva logo logo chega novamente e pode ficar pior.

    Deus te abençoe.

    1. Fernando Almeida Prates disse:

      Você, que se identifica como “Anônimo”, se não tem coragem de se identificar, não deveria nem fazer comentário. Fique aí no seu anonimato, quieto no seu canto. Comentário de quem não se identifica não tem valor nenhum.

  6. Helena disse:

    Esta tragédia foi um resultado da irresponsabilidade da obra e da negligência da prefeitura! Desde novembro de 2018 os túmulos já haviam cedido por causa da obra, a prefeitura estava ciente do risco de desabamento e ninguém fez nada! Tiveram tempo p remover os restos mortais c segurança! Agora todos os responsáveis pela tragédia tem obrigação de identificar e reconstruir os túmulos, eles deixaram chegar a esta situação!

    1. André Luis de Paula disse:

      É realmente uma vergonha, toda essa situação, principalmente as autoridades tentarem se isentar das suas respectivas responsabilidades, e agora a imprensa parcial editar uma matéria capsiosa, que além de inverter certas informações, eles escondem outras, como por exemplo, não citar na matéria o grupo da família Martins, que é a proprietária do terreno e também co- responsável na tragédia, enfim a matéria está cheia de erros e como eu disse acima, tendenciosa.
      Mas será porque? É só pensar um pouco, o que temos para outubro? Á já sei, eleições.
      Vamos pensar um pouco amigos, e nos informar direito. Tanto tem se falado na imprensa em fake news é triste ver ela própria manipulando as informações.

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