Internações provocadas pela Síndrome Respiratória Aguda Grave aumentam em mais de 1.225% em Divinópolis


Consequência grave de alguns quadros virais, a síndrome indica que a Covid-19 é mais agressiva do que se pensava – Entre os dias 1º de janeiro e 08 de maio deste ano, a Secretaria Municipal de Saúde registrou 98 casos de internação provocados pela síndrome respiratória aguda grave (SRAG). O número é 1.225% superior ao observado no mesmo período do ano passado, em que apenas oito pessoas foram diagnosticadas com SRAG. De acordo com a Diretoria de Vigilância em Saúde, o aumento se deve à pandemia da Covid-19 e também ao aumento de notificações realizadas pelos profissionais, pois há uma tendência no aumento das subnotificações para a investigação das causas da síndrome.

Ainda segundo a Secretaria, dos 98 casos, 20 já são confirmados como coronavírus, 15 aguardam os resultados de exames, 61 seguem em observações por apresentarem agentes etiológicos ainda não especificados e, apenas um, apresentou a influenza, outro vírus respiratório.

O aumento acelerado de casos na cidade e no Brasil trouxe a leitura de um cenário diretamente ligado ao coronavírus, uma vez que os registros de mortes por outras doenças respiratórias no período também aumentaram. É o caso, por exemplo, dos dados relativos à pneumonia e à insuficiência respiratória.

A violência dos sintomas que acometem o corpo mostra que a doença é muito mais agressiva do que se imaginava, em que 23% dos pacientes em Divinópolis foram a óbito, 34% permanecem internados e 43% evoluíram para a cura, ainda sem a certeza de ter anticorpos ou sequelas.

Uma das consequências mais agressivas da Covid-19, a síndrome é causada por vírus e foi registrada pela primeira vez no mundo em 2002. Ela atinge a capacidade de funcionamento dos pulmões, causa dificuldades na respiração, além de febres e dores.

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