O vereador Delano Santiago a partir da argumentação dos técnicos nos bastidores, alicerçados pela recomendação do MP, passou a ser uma ferrenho defensor da aprovação do projeto e com uma excelente oratória defendeu que todos os demais votassem favoravelmente. O projeto do emprestimo foi aprovado por 14 votos favoráveis, exceto os votos de Anderson Saleme que não estava no plenário, segundo informações teria ido à Prefeitura e Eduardo Print Junior que justificou a ausência, também por viagem à Brasília.(Deve estar acertando sua candidatura para deputado estadual)
Na próxima segunda-feira está agendando uma nova reunião, com os mesmos técnicos que vão tentar convencê-los sobre a aprovação do empréstimo de R$ 22 milhões. (veja matéria, em breve)
O poder de convencimentos dos técnicos superou a atuação do chefe de governo Antônio Faraco, que na sessão anterior, a de terça-feira (25) esteve na Câmara e não conseguir nada. (breve, materia sobre o assunto)
O vereador Adair Otaviano (PMDB), desconfiado, disse que gostaria de ver a recomendação do MP, no que foi retrucado imediatamente pelo vereador Adilson Quadros (PSDB) que o Ministério Público teria aconselhado, em conversa. Que está estranho, está. Que informalidade, que ações entre amigos. Muito surrealista esta recomendação informal já que o MP anteriormente tinha se pronunciado contra as Organizações Sociais a não ser que tenha mudado seu entendimento mais uma vez, como fez com a questão da venda dos imóveis, quando inicialmente fez recomendações contra as vendas e depois parece que mudou e aceitou que fossem vendidos.
Mesmo que o MP tenha reformulado seu entendimento sobre as Organizações Sociais e tenha visto com bons olhos que seja uma empresa terceirizada para auditar a questão das contratualizações das OS, isto não poderia ter servido de argumentação de “coação” em cima dos vereadores para que eles aprovassem um empréstimo. Eles cairam ou convenientemente de deixaram cair. “O jogo é pesado”.






