O processo de número 1.0000.23.315.309-7/000, movido pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) contra o prefeito de Divinópolis, Gleidson Gontijo de Azevedo, e seu assessor Talles Duque Barbosa, tem apresentado avanços intermitentes desde sua instauração. Iniciado em dezembro de 2023, o caso teve sua última movimentação registrada recentemente, em 19 de março do mês passado, quando foi recebido pelo Ministério Público e distribuído a um membro responsável, entrando em uma nova fase de investigação.
O processo, que tramita no âmbito do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), refere-se a denúncias originadas a partir do vazamento de áudios nos quais o prefeito Gleidson Azevedo solicita dinheiro a empresários, supostamente para ser utilizado em obras públicas de infraestrutura na cidade. Seu assessor, Talles Duque, também aparece nas gravações, sendo acusado de participar do suposto esquema. Em depoimento ao Ministério Público, Talles alegou que o valor recebido via transferência eletrônica (PIX) seria referente a serviços de marketing prestados.
Desde o início, o processo tem apresentado períodos de inatividade, seguidos por movimentações pontuais. Após a distribuição inicial em dezembro de 2023, houve movimentações em agosto, setembro e dezembro de 2024, e março de 2025, sempre alternando entre fases de remessa ao tribunal, devolução ao procurador e aguardo de investigação.
Em abril de 2024, o então relator do processo, desembargador José Luiz de Moura Faleiros, determinou a suspensão da tramitação, sob a alegação “por motivo legal”. O relator aguardava a conclusão das investigações e manivestação da PGE (Procuradoria-Geral do Estado), para dar prosseguimento ao processo. Fato é que, a intermitência do andamento do processo deixa os dois na condição de investigados até a presente data.
A lentidão no andamento do processo tem gerado questionamentos, especialmente considerando a gravidade das acusações e o envolvimento de figuras públicas de destaque. Enquanto o caso segue em investigação, a população aguarda por esclarecimentos e por uma resolução que traga transparência e justiça ao cenário político de Divinópolis
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Será que tem alguém que pode falar para este prefeito não usar mais a camisa do cruzeiro. Ele está manchando a camisa. Esse aí igual ao Bolsonaro, não tem time, todo dia coloca uma camisa diferente.
Penso que este processo será igual ao caso Fambaccord em 1988. Vai virar nada