A digital influencer, Vanessa Bernardes, que morreu em 15 de março de 2024 em consequência de complicações de um ato por ela cometido, em meio a forte pressão psicológica. Anteriormente, ainda em 2023 a digital influencer enviou ao Divinews seu currículo vitae (veja abaixo), que aponta ter trabalhado em diversas campanhas eleitorais para todo o clã Azevedo, além de ter prestado serviços também à campanha do deputado federal Ercílio Coelho Diniz ( Veja links de prestações de contas á Justiça Eleitoral)
O currículo de digital influencer Vanessa Bernardes, aponta que em 2016 ela trabalhou na campanha para vereador do agora senador Cleitinho Azevedo; assim como também trabalhou em 2018 quando ele saiu para deputado estadual, e ainda ao Senado em 2022.
Vanessa mostrou ainda em seu currículo que, também trabalhou na campanha de Eduardo Azevedo em 2020 quando ele foi candidato a vereador e foi eleito. Assim como na campanha de 2022 para deputado estadual, sendo também eleito.
A Digital influencer, segundo uma gravação feita por Eduardo Azevedo, que reclama da atuação dela na campanha do irmão, e do próprio. Também Vanessa igualmente trabalhou na campanha de Gleidson Azevedo para prefeito em 2020, “elaborando um plano de Governo”.
O currículo da Digital Influencer aponta trabalhos em outras campanhas, entre elas em 2020, do deputado federal Ercílio Coelho Diniz, que pertence a uma rica família de Governador Valadares, que fez altas doações para a campanha do clã de Divinópolis, tendo seu irmão Alex Diniz como suplente do senador divinopolitano, Cleitinho Azevedo. Na prestação de contas de Ercílio consta que foi pago R$ 2 mil reais à Vanessa. Assim como na declaração de Laiz Soares, que foi candidata a deputada federal em 2020, contratou Vanessa e declarou o pagamento de R$ 2 mil reais, à Justiça Eleitoral.
Somente, todo o clã dos Azevedo, não fez nenhuma declaração de pagamento à Vanessa Bernardes. Mesmo que ela tivesse trabalhado de graça, como doação às campanhas. Deveria ter o valor estimado como doação.
GRIFO DIVINEWS: Nas declarações dos autoproclamados “políticos honestos” não existe nenhuma declaração de pagamentos feitos para Vanessa Bernardes. Logo, a propalada “ser certinho com as coisas, e se auto-passar atestado de idoneidade moral”, passa bem longe. Isso por que, neste caso específico, como Vanessa Bernardes conseguiu se manter por todo tempo sem que houvesse oficialmente qualquer pagamento oficial a ela? Qual foi sua fonte de renda enquanto esteve viva e militando para o clã? Estranho, né! Caixa 2, seria? Ou foi o cargo posteriormente dado a ela de social mídia? Mas logo a vice-prefeita a defenestrou. Ou ainda seria o cargo de seu irmão no gabinete do senador em Brasília? Ninguém vive de brisa.
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