Colunista diz que concorrência da Rede de Supermercados ABC é predatória; além de não dar a atenção que dava para os clientes no passado


A Colunista Adriana Ferreira, que às vezes é social, em outras empresarial e também política, seguindo o seu fiel estilo editorial, para chegar ao cerne da questão usou luva de pelica, chegando  a utilizar obras literárias do escritor José Mauro de Vasconcelos, autor de três clássicos, “Coração de Vidro”, “Meu Pé de Laranja Lima” e “Rosinha Mina Canoa”, na qual se inspirou para dizer na exegese dos livros, de que um dia o ABC, ainda quando pequeno surgido de um pequeno estabelecimento na Rua Goiás, e por dar muita importância aos seus clientes fez desmoronar os gigantes Supermercado Pioneiro e os Supermercados BBB-Beraldino Batista Braga, com isso tornou-se o Príncipe em um dos contos do escritor. Porém como o tempo o Príncipe se encheu de si mesmo e passou a não dar muita importância aos clientes por que estão se esquecendo de onde vieram, quando cada cliente contava. A colunista, então faz uma afirmativa baseada na obra literária; “Quem se esquece de onde veio, não sabe pra onde vai” – E ainda faz um alerta na língua inglesa: “Not even God himself could sink this ship.” (Nem mesmo Deus pode afundar este navio), pois o Titanic era considerado “infundável”. Erraram feio! – Para entender os escritos subliminares de Adriana é melhor ler ipsis litteris seu texto

ABC I

Nada a ver com as primeiras letras do alfabeto, mas sim com o nome da grande rede de supermercados ABC. Quando surgiu, há algumas décadas, em um pequeno estabelecimento na Rua Goiás, entre a Avenida Paraná e Rua Espírito Santo, o nome sugeria a ideia do seu empreendedor – Alimentos a Baixo Custo – e assim conquistar o mercado que pertencia quase que com exclusividade ao Supermercado Pioneiro e os Supermercados BBB-Beraldino Batista Braga. E assim, o pequeno estabelecimento se tornou uma potência, levando o Supermercado Pioneiro a mudar de atividade e os Supermercados BBB à falência, tendo inclusive adquirido parte de suas lojas. Atualmente está presente em várias cidades, gerando empregos e divisas.

ABC II

Concorrência predatória é o nome dado da concorrência existente entre a rede de supermercados e os pequenos e médios restaurantes. Os restaurantes adquirem a maioria dos produtos deles e estão no sufoco para vender o marmitex a pouco mais de quinze reais e assim conseguir manter empregos sem muito endividamento, ou até mesmo não precisar fechar as portas, em alguns casos. E o que recebem do fornecedor ABC? A venda do marmitex em valor inferior ao custo final do produto para eles, pequenos empreendedores. Pois bem, postei a respeito nas redes sociais, inclusive lembrando-os que se as vendas estavam baixas, tomaram fôlego com a pandemia e que os pequenos empreendedores também são clientes e precisam sobreviver. Um dos gestores ao tomar conhecimento disse “Trabalhando de forma justa e honesta há 40 anos, não é isso que vai nos prejudicar.” Isso me fez me lembrar da célebre frase dita do Titanic sobre o referido navio “Not even God himself could sink this ship.” (Nem mesmo Deus pode afundar este navio), pois era considerado “infundável”. Erraram feio!

ABC III

Ao demonstrar total falta de consideração com seus clientes, lembrei-me de uma das mais belas obras de José Mauro de Vasconcelos, intitulada “Coração de Vidro”.  Quem já teve o prazer de ler “Meu Pé de Laranja Lima”, “Rosinha Mina Canoa”, sabe de quem estou falando. Se não leu, corra e leia os três. São maravilhosos! Mas voltando ao assunto. Na obra citada, o cenário é uma fazenda, a qual comparo à cidade, o Príncipe é o ABC e a mangueira Candoca, os clientes. Na infância (começo), o Príncipe amava a mangueira, era sua amiga. Contava com ela! Ela era importante para a sua infância. E ela sempre tinha o melhor fruto para ele (lembrem-se que os clientes migraram do Pioneiro e do BBB para o ABC). Um dia, o Príncipe mudou para a cidade. No princípio não queria, mas o tempo passou, ele cresceu e se adaptou. Um dia a mangueira Candoca foi cortada, restando um toco, mas ainda vivia, “alimentando o resto de vida nas raízes vivas”. Pelo Príncipe, tinha esperança!  Um dia, ele voltou à fazenda e colocou o pé no que restara da mangueira para amarrar os sapatos. “O Príncipe olhou de olhos parados o tronco, como se nada significasse. Ah! Me lembro. Tinha uma mangueira ali… Candoca sentiu que não mais existia e foi-se encolhendo por dentro das raízes e fechou os olhos de vez, para só abri-los no reino do Nada.” E um dia, já pai, sua esposa fala de infância (começo) onde uma árvore (cliente) é importante. “Mas não pôde acabar de argumentar porque o Príncipe interrompeu. Não insista, meu bem. Um apartamento é mais prático. E eu já fui menino também e não tive nada disso que você fala. Isso é literatura…” Impérios ascendem e caem todos os dias, principalmente porque se esquecem do começo, quando cada cliente contava. Só resta dizer: “Quem se esquece de onde veio, não sabe pra onde

18 comentários em “Colunista diz que concorrência da Rede de Supermercados ABC é predatória; além de não dar a atenção que dava para os clientes no passado

  • 1 de fevereiro de 2022 em 21:48
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    Não seria inafundável ao invés de infundável

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  • 2 de junho de 2020 em 13:27
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    Comentário medíocre, e muito mal informada

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  • 2 de junho de 2020 em 12:32
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    Pela primeira vez vejo essa bozonazzi falar alguma coisa que faça sentido, a maioria das pessoas não enxergam esse problema, se não existisse o abc, teríamos vários outros supermercados, teríamos uma divisão das riquezas e mercados mais próximos ao consumidor. Com isso poderíamos, talvez, dar emprego a um número maior de pessoas. Valorizam os bilionários e riqueza concentrada, mas se esquecem que as riquezas distribuídas surtem maior e melhor efeito para economia.

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  • 1 de junho de 2020 em 18:54
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    Se tivéssemos 10 empresas como ABC nossa cidade estaria num nível sócio econômico muito melhor.Cresceram porque foram e são competentes!Parabens grupo ABC orgulho da nossa Divinópolis!

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  • 1 de junho de 2020 em 17:32
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    Só quem já teve pelo menos um funcionário fichado para saber a dificuldade que uma empresa tem de despesa somente com funcionários. Essa empresa tem milhares de colaboradores que mantém suas famílias. Se você nunca teve um funcionário fichado e só tem direitos e não deveres, não tem propriedade nenhuma para falar porque falar é fácil, o difícil é fazer.

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  • 1 de junho de 2020 em 14:09
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    40 anos de luta, trabalho, muita humildade. Desde a década de 90 que negocio com a Rede ABC de Supermercados, onde por centenas de vezes Sr. Valdemar Amaral e equipe nos dava a honra de sentar na mesa conosco. Com ele aprendi uma frase que levo comigo: “quem não mede, não conhece;
    Quem não conhece não controla;
    Quem não controla não melhora”.
    E este ditado a família toda pratica. Não esqueceram de onde veio. Que até hoje sua matriz aqui se encontra. Não fazendo igual a outros conglomerados que partiram para grandes centros. Não será um marmitex vendido a R$ 1,00 ou R$ 3,00 que fará diferença na vida empreendedora da cidade. O que os consumidores de diversas regiões da cidade iriam gastar com tempo, dinheiro para o deslocamento até o hiper, tornaria seu marmitex muito mais caro. Obrigado ABC por levar o nome de nossa cidade com respeito, visão empreendedora, de pessoas trabalhadoras.

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  • 1 de junho de 2020 em 09:35
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    As tarefas mais fáceis são a de julgar, condenar ou administrar a vida ou a empresa dos outros. Difícil mesmo é a tal da empatia. Já parou pra pensar quantas famílias dependem dessa empresa? Buscou conhecer a fundo os investimentos dessa empresa nas instituições beneficentes das cidades em que eles atuam? Pergunte lá no Hospital São João de Deus o que o ABC significa pra eles. Talvez você não saiba, mas quando o hospital esteve nos seus piores dias, essa Rede “predatória” fez grandes aportes financeiros por lá. Criticar quem faz é bom demais né…. complicado é sair de trás do conforto da mesinha e fazer acontecer.

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  • 31 de maio de 2020 em 21:37
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    Eu só compro no ABC desde que abriu .Atravessava a cidade para ir no hiper e vou até hoje fazer minhas compras. Nunca me deram nada nem nos dias das mães. Mas eu gosto de fazer minhas compras lá. Lá pra mim é um parque de diversões.

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  • 30 de maio de 2020 em 23:40
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    ODEIO O SUPERMERCADO ABC ,ELES CRESCERAM E,SÓ PENSAM EM RICOS, ESQUECEU QUE FOI OS POBRES QUE, OS,ENRIQUECERAM

    .SE DEPENDESSE DE MIM ELES IAM À FALÊNCIA, MAS, O POBRE É BURRO, ACHA QUE SÓ EXISTE O ABC. ESTES POBRES BURROS PRECISAM DE CONHECER O SUPERMERCADO PIC, ESTE SIM É UM SUPERMERCADO.

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    • 13 de junho de 2022 em 13:45
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      Essa colunista só está querendo aparecer, nunca ouvi na a seu respeito, e também não quero saber pois com suas poucas palavras percebi que v está muito mal informada, com certeza te e um bom emprego e não sabe as dificuldades do empresário, fique no anonimato que é melhor, existe uma frase: “um bobo calado faz papel de inteligente”

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  • 30 de maio de 2020 em 20:14
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    BrilhanteMaravilhoso.

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  • 30 de maio de 2020 em 20:13
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    Tem razão… difícil competir com o ABC.

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  • 30 de maio de 2020 em 15:05
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    Discordar do seu comentário,não quer dizer que eu seja melhor ou pior do que a Sra, apenas acredito que a Sra não sabe de quantas famílias também depende das vendas destes marmitex dos restaurantes ABC,eu por exemplo. Vender mais barato talvez seja uma honestidade da empres,não seria justo comprar barato e vender mais caro.De toda forma, estou surpreso de uma colunista fazer uma comparação sem o real conhecimento.

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  • 30 de maio de 2020 em 12:42
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    Blabla blá, isso para mim tem um nome, inveja simplesmente.
    Vivemos um país capitalista em um mundo capitalista, então o mais forte que entre na briga e vença.
    Está senhora deve estar magoada com alguma coisa no passado , só pode.

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  • 30 de maio de 2020 em 11:57
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    Colunista não, COMUNISTA.

    Esse pensamento comunista de Karl Max onde é proibido comercializar e fornecer produto de qualidade e com o preço mais acessível para sobrar um “dinheirinho” um utilizá-lo para pagar outra despesas ou conta. O comércio e para todos e uma cadeia onde todos tem oportunidades e todos são beneficiados.

    Neste momento que vivemos precisamos nos adaptar de todas as formas as mudanças que estamos sendo forcados a enfrentar e ajudar quem precisa.

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  • 30 de maio de 2020 em 07:32
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    Parabéns vale a pena lembrar o povo, pois a maioria veio de fora e não conhece a história.

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    • 1 de junho de 2020 em 12:45
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      O povo nao quer saber de HISTORIA e sim de menor preço ou melhor/mais opção de compra, mais produtos , muitos ate pagam mais caro para simplesmente ir ao supermercado.
      o que interessa é estarem e se sentirem bem no ABC.
      O resto é pura inveja simplesmente.

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