ARTIGO: Você pode estar com coronavírus sem saber; é um hospedeiro transmissor


O mundo contemporâneo nunca havia enfrentou uma pandemia como esta. Estamos limitados aos nossos mundos. Estar em quarentena já é um baita de um privilégio, por existir profissões que não podem parar.  Tentam romantizar a situação, mas a verdade é que, quem tem um pouco de consciência sabe que, não tem como sentar no sofá, e esperar tudo isso passar, enquanto milhares ou milhões de pessoas ainda estão na rua expostas ao coronavírus.

Nos serviços essenciais, que ainda continuam funcionando, os trabalhadores estão expostos, abertos ao COVID-19, e são nada mais do que potenciais “espalhadores” do coronavírus. Além de estarmos obrigados a implantar uma nova rotina de vida, a situação tende a se tornar desesperadora quando sabemos que o COVID-19 pode ou não dar sintomas, e que estes sintomas podem ser leves ou severos, e pior ainda, que uma pessoa assintomática pode andar por aí e transmitir o vírus para quem faz parte do grupo de risco.

Não, não tem como romantizar, não tem como flores e, não tem como fingir que está tudo bem quando a recomendação é testar apenas que apresentam sinais severos do COVID-19, como febre alta, tosse e falta de ar. Se a pessoa estiver contaminada, e for assintomática ou tiver sintomas leves, a recomendação é isolamento domiciliar de 7 dias, e sem teste.

A situação preocupa e alarma sim! As complicações não são impostas apenas pelo coronavírus em si, mas também pelos protocolos adotados pelas autoridades que seguem o órgão máximo da saúde no mundo, a OMS (Organização Mundial de Saúde) ao determinar que uma pessoa só se recolha à quarentena quando aparecerem os primeiros sintomas de contaminação, com isso, como o vírus fica incubado por 14 dias, as pessoas que tiveram contato com  transmissores hospedeiros do coronavírus foram contaminadas. E assim o ciclo se repetirá, em uma escala astronômica de contágio.

Para cada diagnóstico feito, outras pessoas estão por aí infectadas e sem saber se contraíram o vírus. E é justamente por isso, que hoje a Itália escolhe quem vai viver e quem vai morrer. Por não ter atendimento para todos contaminados.

A necessidade da reclusão social, do “Fique em casa”, é para tentar minimizar, que todos não se contaminem ao mesmo tempo, e provoque abruptamente a falência instantânea do atendimento da saúde pública e também particular por que os hospitais que atendem somente planos de saúde, não conseguirão suprir a demanda de contaminados.

No fim de tudo, quando a pandemia passar, sem saber quanto tempo vai durar, com certeza a humanidade terá mudado seus valores, passando a dar importância e valor ao que realmente faz sentido na existenciaidade de cada ser.

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