Pilotos afirmam que contrato celebrado pela Prefeitura de Divinópolis em 2015 para concessão de aeroporto, foi estranho


O Divinews no momento que realizava uma matéria sobre o cancelamento dos voos da AZUL em Divinópolis, ouviu dois tarimbados pilotos que estavam no Aeroporto Brigadeiro Cabral, neste sábado (31), que pediram para não serem identificados, mas afirmaram que existem muitos pontos de difícil entendimento sobre a concessão do aeroporto Brigadeiro Cabral. Um deles é o valor mensal de R$ 168 mil que a Prefeitura tem que pagar para a Socicam administrar o aeroporto por apenas 12 horas por dia. Pois afirmam que durante a noite a responsabilidade volta a ser do município que disponibiliza servidores para isso. E que esse amadorismo, por falta de treinamento, em 2017, já fez com que uma aeronave, por falta de iluminação na pista não conseguisse pousar e foi obrigada a retornar para Belo Horizonte – Relatam também que o valor que a Prefeitura gastava, para ela próprias realizar a manutenção do aeroporto, era ínfimo se comparado aos atuais R$ 168 mil reais que são pagos para a Socicam. Alertaram também para o baixo valor que é cobrado como taxa de embarque no aeroporto para os voos da Azul, fora da realidade de outros aeroportos  – Os dois pilotos, afirmaram desconhecer o débito que o município diz que os permissionários dos hangares possuem, disseram e apontaram que apenas um que está devendo – O Divinews apurou com outra fonte, que um dos maiores devedores seria o empresário Dorvalino Antônio de Oliveira, do setor de fundições que chega ao valor de R$ 700 mil reais – Os pilotos se propuseram, e querem reunir os usuários dos hangares, para que a imprensa também ouça o contraditório deles, que “Não é bem da forma que estão propagando as notícias”.

 

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