O secretário de Obras e Defesa Civil, em entrevista, afirmou que sua Secretaria foi acionada em consequência da queda do reboco do prédio e imediatamente o local foi interditado e o Corpo de Bombeiros foi chamado para que juntos fizessem uma avaliação da situação. Em sua fala disse ainda que existe dúvidas quanto ao proprietário do imóvel: “Quem é o proprietário efetivo para que não caia mais coisa na cabeça dos transeuntes”,. Dreyfus descartou a possibilidade do desabamento do prédio, por não ser nenhum problema estrutural.
Um dos antigo proprietário do prédio, José Cabral, que é do setor de confecções contou que o imóvel era dele e de sua família e há cerca de 12 anos foi vendido para os empresários do setor de siderurgia e gusa, Durvalino Antônio de Oliveira e José Donizete Bittencourt, o Zé Melão, e dois anos depois, portanto fazem 10 (dez) anos, que o estado tomou o imóvel para pagamento de dívida dos dois empresários, deixando a obra totalmente abandonada.
O sargento do Corpo de Bombeiros, Henrique Joaquim, em gravação para a imprensa disse: “O edifício foi construído há muito tempo, mas não foi revestido externamente. A ação da água vai deteriorar o material e a alvenaria está toda prejudicada parte da parede começou a desprender e cair. A gente fez uma vistoria e verificamos que tem outros riscos eminente de queda – A sugestão agora é contatar os responsáveis pela edificação para que providencie um tapume de contenção interior e também a tela de proteção para evitar que partículas menores caia na avenida”.
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Veja as imagens interna do predio, captadas pelo Divinews na tarde desta terça-feira (29) que o governo de Minas deixou abandonado por 10 anos. Em um total descaso com o dinheiro público. Segundo informações existem entraves no Cartório de Registro de Imóveis. E por diversas vezes o setor de engenharia do Estado esteve vistoriando o imóvel, mas esbarra na burocracia do estado. O responsável pelo imóvel em Divinópolis é o procurador do estado no municipio. O risco de desabamento, claro, seria a longo prazo, se não for tomada nenhuma atitude. A queda de reboco já é uma realidade.
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