A Câmara possui 68 servidores de livre nomeação política alocados nos gabinetes dos vereadores, com a média de 4 assessores políticos para cada vereador, incluindo os motoristas dos edis. Já na área administrativa da Casa Legislativa são 22 funcionários indicados pelos mais diversos vereadores, isto sem levar em consideração os trabalhadores contratados por empresa terceirizada.
O presidente do Legislativo, Rodrigo Kaboja confirmou o recebimento da recomendação do Ministério Público e disse que nomeou uma comissão especial para fazer um estudo sobre o problema. A Comissão de Vereadores para realizar estudos e proposição de reforma administrativa no âmbito da Câmara Municipal é composta pelos vereadores Adiar Otaviano (Presidente), Eduardo Print Junior e Marcos Vinicius, como membros.
Kaboja explicou que o sistema de pontuação que baliza os salários dos assessores dos gabinetes dos vereadores também será revisto, pois no momento segundo o presidente e feito de forma irregular.
É bastante provável que a atuação do MP a partir da nomeação do promotor Gilberto Osório para a Promotoria da de Justiça Especializada na Defesa do Patrimônio Público seja mais célere, já que esta promotoria anteriormente era exercida pelo promotor Ubiratan Domingues que ficava assoberbado, pois ele a acumulava com a Promotoria da Saúde e Meio Ambiente que por sua complexidade consumia quase todo seu tempo.
Assim, a Câmara terá que resolver rapidamente o problema ou o Ministério Público poderá propor uma ação judicial contra o Legislativo.





