Eleita recentemente para um mandato de 2012 a 2015, a nova direção do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e do Material Elétrico de Itauna –SiNDIMEI, é liderada por Hyrguer Aloísio Costa, da empresa Fênix Ferramentaria e Modelação, que, em seu discurso, prometeu dar continuidade ao trabalho iniciado na gestão passada, dentro do compromisso da instituição com o espírito e os valores do associativismo empresarial e respeito ao meio ambiente, norteados pelo Sistema Fiemg. E, ainda, o compromisso de manter a entidade sempre unida ao CDE. Desde 02 de fevereiro de 2012, data da eleição da diretoria, o SINDIMEI já trabalha em projetos estratégicos, como a definição do Calendário de Eventos da instituição, e do orçamento anual e investimentos no Depósito de Resíduos Industriais.
Nos últimos anos, o SINDIMEI implantou o Depósito de Resíduos Industriais, Tarcísio Cardoso de Sousa, e promoveu o PIC – Programa de Interação com a Comunidade, proporcionando a alunos do ensino fundamental, médio e universitário um espaço para o conhecimento e pesquisa ambiental; iniciou as obras de construção da sede própria; atuou junto as demais entidades do CDE para a construção da nova casa de detenção e reforma de viaturas da Polícia Militar e, ainda, entregou à comunidade o Parque Socioambiental SINDIMEI, Affonso Lima. A instituição representa um total de 67 empresas nas cidades de Itaúna, Mateus Leme e Itatiaiuçu.
Afonso Gonzaga, presidente regional da Fiemg, destacou a importante parceria do SINDIMEI na busca do desenvolvimento regional: “Vivemos um momento de união e de parcerias, que refletem a força das entidades representativas na busca de melhores resultados para a indústria do país”, disse. A região centro-oeste de Minas, completa Gonzaga, tem um potencial destacado e reconhecido em todo o Brasil e a atuação das indústrias de Itaúna e seu entorno reflete o interesse dos setores no reaquecimento do mercado interno e na competitividade no âmbito internacional. Gonzaga defendeu a necessidade de ações do governo para solucionar as barreiras à competitividade e impedir a continuidade do processo de desindustrialização do Brasil.
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