Vereadores de Divinópolis podem ter cometido improbidade administrativa ao votar projeto de venda de imóveis do município.
O vereador Anderson Saleme (PR) explicou que o Procurador Roberto Franklin e o ex- Secretário Geral da Câmara, Vander Lucio, disseram, quando ele ainda era presidente da Câmara, que existia um grande risco do descumprimento da recomendação do Ministério Público e que poderia ser considerado um ato de improbidade administrativa. E, que poderia resultar até mesmo na cassação dos direitos políticos, segundo o artigo 27 da Lei Orgânica Municipal – Anderson explicou ainda que os pareceres jurídicos eram favoráveis, portanto havia os critérios de legalidade e constitucionalidade. “O projeto não era ilegal, porém a orientação do procurador e do secretário geral era que o descumprimento seria muito grave, podendo até haver uma ação de improbidade contra o vereador que votasse favorável” finalizou Anderson
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