CAIXA PRETA DO DINHEIRO DE DIVINÓPOLIS: mais uma vez Câmara adia votação de transparência de pedidos de empréstimos do Executivo
O projeto de Lei 098/2013 de autoria do vereador Adair Otaviano (PMDB), que tem como objetivo que o Poder Executivo de Divinópolis dê transparência a onde está empregando o dinheiro oriundo dos vários pedidos de empréstimos feitos à Câmara, mais uma vez foi sobrestado em uma manobra política de retardar até o último instante que o projeto entre em votação. Embora, não faça nenhuma diferença a manobra, pois se o projeto entrar em votação, a base governista que tem maioria na Casa o derrotará com tranqüilidade.
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Todos os vereadores de Divinópolis, exceto Adair Otaviano (PMDB) e Edmilson Andrade (PT)que se abstiveram, votaram favoravelmente à extinção da Lei 7.266 de 22 de novembro de 2010 que proibia o uso de produtos químicos como meio de capina, tanto na zona urbana quanto na zona rural – O projeto de Lei aprovado que passa a permitir o uso de produtos tóxicos é do vereador Adilson Quadros (PSDB) – Já a Lei derrubada nesta quinta-feira (05), a 7.266 foi de autoria de ex-vereadora Heloisa Cerri (PV) aprovada e sancionada pelo prefeito em 2010 
Segundo fontes, a verdadeira versão é que, o agora ex-superintendente do Hospital São João de Deus, Euler de Paula Baumgratz teria sido demitido e não pedido demissão. O objetivo da sua saída teria sido uma estratégia administrativa para abrir caminho à intervenção do Ministério Público na unidade hospitalar, que poderá ocorrer ainda nesta sexta-feira (05), já que existe uma reunião agendada entre o Conselho Curador da Fundação Geraldo Correia e os promotores do Ministério Público (MPMG). Segundo a mesma fonte, é provável que já na segunda-feira seja anunciando o nome do novo superintendente/interventor nomeado pelo MP 
O comunicado foi enviado pelo Presidente do Conselho Curador da Fundação Geraldo Corrêa, Frei Roni Ribeiro, informando que Euler de Paulo deixou o cargo que ocupou por mais de um ano e meio. Roni esclareceu que a saída do superintendente ocorreu na última terça-feira (03/09) 
O presidente do Metrô de São Paulo, Luiz Antonio Carvalho Pacheco, que assumiu o cargo há pouco mais de dois meses, admitiu hoje (4) a existência de cartel (acordo ilegal, firmado entre empresas para evitar a concorrência e elevar preços de produtos e serviços) e falou que não teve interesse em ler as denúncias sobre o Metrô – Os deputados de oposição ao governo paulista tentam implantar uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar as denúncias de irregularidades no Metrô. Até o momento, a oposição conseguiu obter 27 das 32 assinaturas necessárias para a abertura da CPI. A maioria dos deputados da Alesp é aliada ao governo paulista 
Estava bom demais para ser verdade para o povo brasileiro. Alguns políticos, que precisam serem identificados, estão se arrependendo de ter votado a derrubada total do voto secreto e já se movimentam para dar um jeitinho que o secreto seja válido apenas para cassação de parlamentares e continuar votando escondido outros projetos como os vetos dos chefes dos executivos (presidente, governadores e prefeitos) que aportam no legislativo e indicações de autoridades 

Geraldo Passos (Divinews) – Wilson Martins e Consuelo Reis (Acccom)[/caption]O presidente da entidade, Wilson Martins de Freitas falou sobre a intenção da ACCCOM de abrir uma nova Casa de Apoio desta vez em Belo Horizonte, durante a visita de cortesia que o editor do Divinews fez à entidade para conhecer a estrutura organizacional da entidade e sua relação com o Hospital do Câncer. O motivo de abrir uma unidade em BH, segundo o presidente é em conseqüência da crise que o Hospital São João de Deus vem atravessando, pois os pacientes que necessitam de cirurgias não podem ficar esperando. 
O Supremo Tribunal Federal (STF) (decidiu que cabe à Corte a palavra final sobre a perda de mandato dos parlamentares condenados na Ação Penal 470, o processo do mensalão. Ao analisar recurso do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), os ministros entenderam que deve ser mantida a decisão tomada no ano passado. Eles mantiveram ainda a condenação do deputado no processo 
Corte do STF está julgando neste momentoos embargos de declaração que podem permitir a realização de um novo julgamento através de um recurso conhecido como embargos infringentes, se não aceitos poderá levar os réus direto para as prisões – Os embargos infringentes podem permitir novo julgamento quando há pelo menos quatro votos pela absolvição. Nesta situação estão pelos menos 11 réus: João Paulo Cunha, João Cláudio Genú e Breno Fischberg (no crime de lavagem de dinheiro); José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares, Marcos Valério, Kátia Rabello, Ramon Hollerbach, Cristiano Paz e José Salgado