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A reportagem do site esteve no local e contou pelo menos três veículos atolados, sendo dois caminhões de grande porte que fazem o transporte de cargas de uma empresa de alimentos que funciona na zona rural e também o ônibus que deveria fazer o transporte escolar. O serviço de transporte dos alunos é de responsabilidade da Prefeitura que terceiriza a prestação. As monitoras e o motorista até estavam na porta da escola, mas o ônibus ficou bem longe, no mais perto da escola que conseguiu chegar por volta de 12h30.
Segundo os moradores nem mesmo o transporte coletivo está passando por lá. Um ônibus que passava em frente a escola por volta das 15h30 da tarde, escorregou na lama, e acabou batendo no barranco. A empresa teve que usar um trator para retirá-lo.
O motorista de um carro de som, Reginaldo Macedo, tentou passar, mas, a caminhonete pesada devido ao equipamento dançou no barro e por pouco não bateu no ônibus que já estava atolado. O jeito encontrado por ele foi pegar uma enxada e ajudar a amenizar o problema. “Tenho que ir pra casa, ainda tenho que pegar filho na escola, isso aqui é uma vergonha”, desabafou.
O representante da comunidade, Jessi Aparecido Oliveira, afirma que já pediu providências, que alguns paliativos até já foram feitos, mas, o problema persiste. “Já fiz contato com a Prefeitura, eles até fazem paliativo, mas precisa de uma obra maior. Por hora um cascalhamento ajudaria”, explicou.
O secretário de Obras, Dreyfus Rabelo informou que uma equipe deve ir até o local para verificar a situação e adiantou que um trabalho paliativo deve ser realizado. Além disso, ele explicou que a obra de asfaltamento faz parte de um projeto que será executado pelo Departamento de Estradas de Rodagem – DER.
Sobre os caminhões atolados Dreyfus afirmou que a quantidade de chuvas não foi suficiente para tanto e que os motoristas podem estar na verdade fugindo do pedágio, e que eles tem outras alternativas para rodar.





