Cadáver detona manifestação de alunos da UFSJ contra descaso da Prefeitura de Divinópolis com o Campus Dona Lindu
Os estudantes do curso de medicina do Campus Dona Lindu, da Universidade Federal de São João Del Rei em Divinópolis, realizaram uma manifestação na tarde da última terça-feira (03) protestando contra uma série de problemas que eles enfrentam, alguns desde o inicio da implantação do curso em Divinópolis. Contudo, o estopim da insatisfação que gerou a manifestação foi um cadáver que eles usam para aprendizagem e que pedido emprestado pela Unidade de São João Del Rei – O diretor do Campus, Eduardo Sérgio Silva, disse que a questão do cadáver foi pano de fundo paras outras reivindicações, e que isto já tinha sido resolvido, tanto é que o cadáver não foi. A legitimidade das manifestações é outra
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Num gesto de coragem extraordinária, o jornalista Paulo Moreira Leite, chefe da sucursal da Istoé em Brasília, acaba de publicar um artigo que constitui uma enfática defesa do direito dos blogueiros de existir, e de não serem perseguidos covardemente pela grande imprensa – Digo extraordinária, porque Leite se insurge contra reportagem da própria Istoé, que publicou esta semana matéria totalmente sem pé nem cabeça, inventando um “bunker de calúnias”, a funcionar a partir da prefeitura de Guarulhos


A 44ª edição da Divinaexpo, que englobou vários shows e rodeios, realizada em Divinópolis entre os dias 23 de maio a 1º de junho, com sete dias de atrações musicais. Segundo informações que a Assessoria de Comunicação do 23º Batalhão da Policia Militar que envia releases diários para a imprensa, não teria gerado nenhum tipo de ocorrência policial que merecesse ser divulgada – Entretanto, há relatos, não oficial, mas sim oficioso, não confirmados, de que várias pessoas tiveram seus celulares roubados durante o evento, há informações também de brigas e pequenos assaltos nas imediações do Parque de Exposição, bairros próximos. As vítimas, se é que aconteceu qualquer anormalidade, não tenham se dado ao trabalho de fazer Boletim de Ocorrência Policial, (BO) relatando o fato. Ou talvez, pela presença ostensiva dos comandantes das corporações nos shows e eventos tenham inibido qualquer iniciativa dos bandidos e delinqüentes atuarem de forma mais contundente. Foram pequenos registros sem importância, que não mereciam divulgação. 



