Decisão da Câmara em não aprovar projeto, pode deixa Divinópolis no escuro por mais tempo, gerando insegurança e causar prejuízos financeiros
Desta vez, o Divinews em sua linha editorial opinativa, avalia que a decisão da Prefeitura de Divinópolis é acertada em querer aderir o CIMVALPI, em consequência da urgência da resolução do problema da iluminação das vias públicas, em que deixa os cidadãos vulneráveis diante do breu que a cidade está se tornando – Os problemas passaram a ser dos municípios, a partir do dia 1º de janeiro quando a administração, que anteriormente era da concessionárias de energia elétrica, CEMIG e após essa data, até o presente momento, o ônus passou a ser da prefeitura – Entretanto, segundo o prefeito Vladimir Azevedo, em entrevista coletiva na tarde desta última terça-feira (10), informou que 50% das lâmpadas que atualmente estão queimadas, já estavam nesta situação antes da data em que o serviço foi transferido para o município, os outros 50% é sim de responsabilidade da Prefeitura. A soma das duas responsabilidades, está ocasionando uma escuridão, em quase todos os bairros da cidade que diante do crescimento vertiginoso da violência, colabora ainda mais para a insegurança e deixa os cidadãos assustados em transitar pelas ruas. Daí a urgência na resolução do problema. E, é aí que os vereadores se equivocam em suas analises ao rejeitar previamente, somente na leitura do projeto EM-012/2015 que autoriza o município a aderir ao protocolo de intenções para participar do Consórcio Intermunicipal Multisetorial do Vale do Piranga (CIMVALPI), que garante um dos menores preços do mercado, com a aglutinação de vários municípios, mais acentuadamente, da região da Zona da Mata, como a cidade de Ponte Nova, quase do mesmo porte de Divinópolis. A adesão acelera o processo, já que o consórcio está em pleno andamento, e a demora em licitar poderá fazer com que o município perca a vaga para outra cidade, e piorará ainda mais se uma das empresas participantes das licitações, resolver, sabe-se lá por que, impugnar a licitação. A impressão que se tem é que os vereadores que vierem a votar contra, não se aprofundaram devidamente no estudo do projeto. E a cidade poderá sofrer graves consequências com tal posicionamento do parlamento municipal.
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