ESTRANHO: Ordem Hospitaleira que não “apita” mais nada no HSJD segue à frente da Fundação Geraldo Correa. Para quê?
Segundo alguns veículos de comunicação, entre eles, o Jornal Agora, que esteve no MP na reunião que ocorreu na tarde desta última quinta(28), e ao término da reunião que durou cerca de três horas, entrevistou o promotor de Justiça, do Ministério Público, curador (Fiscalizador) de Fundações, Sérgio Gildin, já que os “irmãos” não quiseram dar entrevista, a decisão da Ordem Hospitaleira, em seguir à frente da Fundação Geraldo Correa, está alicerçada nas promessas que foram feitas de aportes financeiros do Estado e do Município – Na entrevista para o JA, Gildin diz esperar que “as verbas sejam repassadas e o contrato feito imediatamente. Se isso não acontecer, evidente que os irmãos, que já estavam determinados, sairão imediatamente” – A seguir o promotor fala sobre os valores dos repasses prometidos e desdiz o que tinha dito anteriormente, que não está mais trabalhando com a hipótese de venda do hospital para empresas internacionais que supostamente estariam interessadas na compra do Hospital São João de Deus – O fato é que, segundo algumas pessoas ligadas diretamente ao problema, como médicos, e técnicos de saúde, que não querem se identificar, diante do tamanho imbróglio que há anos acontece no hospital, e que chegam a desconfiar que na verdade estão todos é muito perdidos, sem saber como fazer e resolver o problema, e com um verdadeiro “abacaxi” nas mãos, e que à medida que o tempo passou a situação foi é piorando, disseram ainda que a ORDEM HOSPITALEIRA não influencia em mais nada, tanto faz ela ficar ou não. Já que não tem nenhuma ingerência sobre a gestão administrativa e financeira do hospital e tão pouco é mantenedora do hospital. E que, muito pelo contrário a sua permanência, só adia a solução definitiva do problema e faz com que a DICTUM permaneça como interventora do HSJD, que não é o sonho de gestão do Estado, que gostaria de vê-la distante das decisões administrativas do HSJD, mas que o MP insiste em mantê-la – Estiveram presentes na reunião com o promotor Sérgio Gildin, os irmãos Augusto, que tem como base Divinópolis, e o provincial Vitor Lameiras, de Portugal, e Benigno Ramos, de Roma, mais a advogada da Ordem – O que a população, de verdade esperava da Ordem, é que, com o poder econômico que possuem em Portugal e no mundo, eles enfiassem a mão no bolso e contribuíssem financeiramente, como mantenedores que são e tirassem o hospital da situação que está, já que foram eles que escolheram os gestores do passado, como exemplo o ex-Frei Ronan Pereira, que endividou o hospital com uma construção, feita no peito e na raça, somente para “peitar” o poder público, em especial a Secretaria de Saúde Municipal – A Ordem tem ou não responsabilidade? E que papel importante ela exerce no momento? Segundo as respostas do mercado, NENHUM, atrapalha mais do que ajuda.
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