Servidores municipais de Divinópolis animados com julgamento da ADIN do apostilamento
No último dia 8, foi a data em que deveria ter sido realizado no Pleno do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta pela Procuradoria Geral de Justiça, contra o apostilamento de servidores públicos do município de Divinópolis, tanto do Poder Executivo, quanto do Legislativo. Todavia, a desembargadora, Vanessa Verdolim Hudson Andrade, após a defesa oral feita pelos dois advogados, que defendem os interesses dos servidores, um da Câmara de Divinópolis, Bruno Cunha Gontijo e outro de Belo Horizonte, Luciano de Araújo Ferraz, contratado a peso de ouro pela Associação dos Servidores da Câmara de Divinópolis, fez com que a Magistrada repensasse a sua relatoria e pedisse vistas do processo. Adiando dessa forma, o julgamento para o próximo dia 22 – O pedido de vista feito pela própria desembargadora/relatora deixou os servidores animados, na expectativa que ela possa ser contra a ADIN e favorável aos reapostilamentos – Nesta última segunda-feira (13), uma servidora da Câmara, em estado de êxtase, falou para o editor do Divinews, “NÓS VAMOS GANHAR!” – A princípio ele não entendeu do que se tratava, quando a ficha caiu, só respondeu “Ah tá! Se for legal, que ganhem, se ilegal, que percam!” – Um advogado estranhou que a relatora, que já deveria estar com a sua decisão pronta, após uma sustentação oral, sem que fosse apresentado nenhum fato diferente, que não constasse na defesa previa, tivesse pedido vista no seu próprio processo. Porém, outro operador de direito, dos bons, pensa que, a Desembargadora apenas quer proferir seu voto levando em consideração a sustentação oral feita pela defesa, não sinalizando efetivamente nenhuma tendência prévia, é um esmero técnico/jurídico.
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