O secretário de Estado de Fazenda, José Afonso Bicalho, disse que a decisão da agência mantém o canal aberto do Estado para dialogar, principalmente no exterior, com empresas e fundos que queiram investir em Minas.
“Nossos investimentos, inicialmente, serão basicamente por meio de Parcerias Público-Privadas (PPPs). Podemos atrair parceiros para construir estradas e contribuir para infraestrutura de hospitais, presídios e escolas”, apontou. O grau de investimento, segundo Bicalho, contribui para a criação de um ambiente mais seguro e propício à formalização de investimentos e parcerias, como, por exemplo, junto à Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa).
“Nosso planejamento estratégico para a economia do Estado está sendo feito por etapas. Primeiro, tomamos conhecimento da realidade financeira do Estado. Em seguida, readequamos e aprovamos o orçamento. A partir de agora, podemos estabelecer as nossas diretrizes. Vamos trabalhar nestes próximos 30 dias em um plano de investimentos em obras públicas e parcerias com a iniciativa privada”, finalizou.






