O Inquérito Civil Público número 0223.07.000082-1 em que o Grupo Especial de Promotores de Justiça de Defesa do Patrimônio Público propôs uma Ação Civil Pública de Responsabilidade, contra o ex-prefeito Demetrius Arantes, Adilson Quadros, Ricardo Mattar, Lúcio Espínola por improbidade administrativa, com pedidos de liminares ao juiz da Vara de Fazenda Pública e Autarquia, Núbio de Oliveira Parreira, em conseqüência de vários contratos firmados com a VIASOLO, sem a devida licitação e sempre com a infundada justificativa de situações de emergência, não isentará o atual prefeito, Vladimir Azevedo de suas responsabilidades, já que o último contrato formalizado na gestão do ex-prefeito, Demetrius Arantes, foi assinado por Lúcio Espínola no dia 25 de novembro de 2008, e nesta época a equipe de transição do então prefeito eleito, Vladimir Azevedo, já estava atuando desde o dia 5 de novembro, sendo de difícil entendimento que o contrato tivesse sido assinado por Lúcio Espínola, que posteriormente passou a integrar a equipe do prefeito eleito, sem que a equipe de transição de Vladimir não tenha dado o aval para a assinatura do contrato com a VIASOLO.
Mesmo que a equipe de transição nomeada pelo prefeito eleito não tivesse participado diretamente na quinta renovação de um contrato ilegal, sem licitação com a VIASOLO, seria obrigação do prefeito eleito que diante da irregularidade do contrato, no primeiro dia de sua administração, ou seja, no dia 1º de janeiro de 2009, ele deveria ter reincidido o contrato com a VIASOLO. Fato este que não ocorreu, muito pelo contrário, ele seguiu e segue até hoje com a empresa que grandes prejuízos para o município, segundo conclusões do Ministério Público de Minas (MPMG).
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O promotor Ubiratan Domingues é claro sobre as denúncias de ramificações do Caso Viasolo na atual gestão de Vladimir Azevedo e que está sendo apuradas.