O vereador Evandro Oliveira Miranda, conhecido como Mestre Grilo, foi preso preventivamente na manhã desta quarta-feira (16), em Lavras, no Sul de Minas, durante uma investigação que apura possíveis crimes contra a dignidade sexual. O parlamentar ocupa a vice-presidência da Câmara Municipal de Lavras, conforme registros oficiais do Legislativo. A prisão ocorreu no âmbito de uma investigação iniciada em fevereiro de 2026, após requisição do Ministério Público, segundo informações obtidas pelo conjunto e fonte com conhecimento do caso.
Os fatos investigados teriam ocorrido em diferentes períodos e envolvem pessoas que, à época de parte dos acontecimentos apurados, eram crianças ou adolescentes vinculados a atividades de um grupo de capoeira, até a publicação da informação original, a confirmação formal da identidade do investigado pela assessoria da Polícia Civil ainda era aguardada. De acordo com as informações divulgadas, a apuração teve início em fevereiro deste ano, após requisição do Ministério Público. A investigação busca esclarecer possíveis crimes contra a dignidade sexual, o caso envolve acontecimentos que teriam ocorrido em períodos distintos. Parte das pessoas relacionadas aos fatos era criança ou adolescente à época em que os episódios investigados teriam ocorrido, como se trata de uma investigação em andamento, os fatos ainda dependem de apuração e eventual comprovação pelas autoridades competentes.
Durante a operação, foram apreendidos dois celulares e um notebook, os equipamentos deverão passar por análise pericial, procedimento que poderá contribuir para o avanço das investigações. Após a prisão, o vereador foi encaminhado ao Presídio de Lavras, onde permanece à disposição da Justiça. A prisão determinada é preventiva, o que significa que não representa uma condenação pelos fatos investigados. A apuração continua em andamento e eventual responsabilização criminal dependerá do devido processo legal. Evandro Oliveira Miranda, o Mestre Grilo, integra a atual legislatura da Câmara Municipal de Lavras. Registro oficial do Legislativo identifica o vereador como vice-presidente da Mesa Diretora. O nome do parlamentar também aparece em registros recentes do Sistema de Apoio ao Processo Legislativo da Câmara, inclusive em votações realizadas em setembro de 2026, a prisão preventiva ocorre enquanto a investigação sobre os fatos permanece em curso.
Até o momento, a investigação não equivale a uma condenação. O vereador tem assegurados o contraditório, a ampla defesa e a presunção de inocência, a prisão preventiva também não determina, por si só, o resultado da investigação ou de eventual processo judicial. Caberá à Justiça analisar os elementos apresentados no caso e decidir sobre seus desdobramentos.






