Vídeo – Piada Pronta: Presidente da Câmara de Oliveira ameaça usar bafômetro em vereadores: “Aqui não é boteco, não!”

Sessão virou bar de esquina? Clima tenso, confuso e com pitada de stand-up embriagado

Publicado por: Geraldo Passos

A política de Oliveira parece ter trocado o regimento interno pelo cardápio de um boteco. Durante uma sessão da Câmara Municipal, o presidente da Casa, entre tropeços verbais e surtos de indignação ameaçou instalar bafômetros no plenário, insinuando que os parlamentares estariam “passando do ponto”, e não exatamente nas votações.

O episódio digno de um roteiro cômico aconteceu quando, em meio a uma confusão de contagem de votos, o presidente soltou a pérola: “Daqui uns dias vou ter que colocar é barfômetra aqui!”

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O problema não foi só a fala atravessada, mas a repetição: o bafômetro ou barfômetra, como ele poeticamente batizou virou personagem principal da noite. Em tom que oscilava entre a seriedade e o stand-up involuntário, ele continuou:

“Infelizmente, esse presidente não tá brincando. Já pedi ao assessor jurídico providência sobre os barfômetros. Aqui não é boteco, não!”. Só faltou pedir torresmo e gelar a sessão.

Embriaguez, confusão aritmética e piada pronta

Tudo começou quando a contagem de votos não bateu. Segundo o presidente, foram “quatro votos contrários”, o que, num passe de mágica política, virou… “nove”. Diante da dúvida matemática e talvez etílica,  ele apelou para o álcool como metáfora (ou não).

“Aqui tem que fazer direito. Isso aqui não é casa séria. Aqui não é boteco, não!”, vociferou.

A frase foi dita duas vezes, como quem precisa reforçar o que nem ele parece acreditar. A essa altura, a dúvida já não era mais sobre projetos de lei, mas sobre a sobriedade institucional do legislativo oliveirense.

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Riso ou vergonha?

Enquanto alguns vereadores aparentemente se divertiam ou se constrangiam em silêncio, o público nas redes sociais reagiu com espanto e deboche. “Se for instalar bafômetro, vai faltar ar no aparelho”, brincou um internauta. Outro questionou: “Será que o voto secreto é para esconder o teor alcoólico?”

Fato é que o tom da sessão foi qualquer coisa, menos republicano. E se há algo a ser tirado desse episódio, é a constatação de que a Câmara de Oliveira, ao menos por uma noite, flertou com o pastelão parlamentar.

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