O jornalista Clayson Felizola, que já foi alvo da ira do senador Cleitinho Azevedo, que tentou tirar o canal dele no Youtube do ar, pelo fato de o profissional o criticar com veemência – Em um novo vídeo Felizola desanca o parlamentar, que após uma fala “elogiosa” do ex-coach Pablo Marçal, o político divinopolitano que jurou fidelidade ao bolsonarismo passou para o lado de Marçal na disputa pela Prefeitura de São Paul. Cleitinho justifica sua traição aos bolsonaristas baseado em fotos do passado, em que Nunes aparece ao lado de Marta Suplicy. Como se Cleitinho também no passado, não tivesse feito enormes elogios ao presidente Lula.
Fato é que, o senador Cleitinho continua sendo motivo de vergonha para Minas Gerais. no vídeo de Felizola postado há alguns dias no Youtube e que viralizou, mostra o quanto ele é visto como uma figura grotesca, tanto em Minas quanto em outros estados do país. Cleitinho passa vergonha e mostra que o clã Azevedo, além de não saber fazer política, talvez tenha distúrbio de identidade, já que não tem palavra e não seguem nem sequer os princípios que defendem, ou seja, impossível confiar em gente assim.
No vídeo que está bombando na internet, Cleitinho é chamado de “tragédia, lixo e lástima” para Minas Gerais. E a eleição dele para o Senado é descrita como um dos momentos mais tristes e inexplicáveis da história do estado. “Até hoje eu não entendo o que deu na cabeça dos mineiros para escolher o pior senador da história de Minas Gerais em todos os tempos”, diz o comentarista político Clayson Felizola. Opinião reforçada por dezenas de pessoa que interagiram com o vídeo e, nos comentários, vindos de várias partes do país, falam que o senador é uma decepção e que elegê-lo foi um “desperdício de votos”. É a imagem de Minas Gerais sendo envergonhada no cenário político nacional.
E como se não tivesse mais o que fazer em prol de Minas Gerais, que é o estado que o elegeu, o senador Cleitinho parece estar com tempo de sobra pra se intrometer nas eleições para a prefeitura de São Paulo. E, novamente, mostrou que gosta apenas de viralizar e aparecer nas redes sociais, mas não tem palavra, nem personalidade.
Até grandes veículos de imprensa questionaram a falta de personalidade de Cleitinho, o grande líder do Clã Azevedo, e que é o exemplo do que toda a família também faz. Ao se intrometer na eleição para prefeitura de São Paulo, Cleitinho gravou vídeos atacando a imprensa, desacreditando as pesquisas eleitorais (que só são confiáveis quando são favoráveis a eles) e, o mais surpreendente, Cleitinho disse que Pablo Marçal é o legítimo e verdadeiro representante da direita, e pediu votos ao candidato mais polêmico e vergonhoso das eleições paulistas.
Ao apoiar Pablo Marçal, vai contra todos os políticos de verdade, que entendem minimamente de bom senso e ética, haja vista que nenhum grande político demonstrou apoio a Marçal, que só está ganhando projeção graças aos vergonhosos episódios de baixaria que ele tem protagonizado. Além disso, Cleitinho também contraria os próprios princípios que costuma defender. Afinal de contas, Cleitinho e o clã Azevedo sempre foram devotos do mito Bolsonaro, considerado por eles o grande líder da direita no Brasil. E vale lembrar que nas eleições para prefeitura de São Paulo, Bolsonaro está apoiando Ricardo Nunes, e não Pablo Marçal.
Cleitinho mostra que não entende de política, não tem palavra e nem sabe de qual lado está. Enquanto Bolsonaro convoca os eleitores de direita para votarem em Ricardo Nunes, Cleitinho discorda do seu grande inspirador, e diz que Pablo Marçal é o legítimo representante da direita. Afinal de contas Cleitinho segue ou não segue o que é defendido por Bolsonaro? Sem contar que Cleitinho só resolveu “puxar saco” do patético Pablo Marçal depois que Marçal o citou em um vídeo, e depois, Cleitinho resolveu forçar uma amizade entre os dois, sabe-se lá o porquê.
Fato é que Cleitinho só se aproximou de bolsonarismo para tentar conquistar os votos da direita, mas nunca foi leal ao que dizia defender. Tanto é que antigamente ele costumava ser crítico ferrenho de Bolsonaro, mas convenientemente mudou de postura depois do crescimento do bolsonarismo. E enquanto andava na garupa de Bolsonaro nas motociatas pelo país, Cleitinho se disfarçava de bolsonarista para atrair votos. Mas, nos bastidores, fazia o que bem entendia, mesmo que isso representasse ir contra ao que o tal líder da direita recomendava.
Outro exemplo foi a eleição para o Governo de Minas. Na época, Carlos Viana era o protegido de Bolsonaro. Mas Cleitinho novamente traiu os bolsonaristas e ficou ao lado de Romeu Zema, porque já sabia que Viana não teria nenhuma chance contra Zema e era bem mais interessante para Cleitinho e seus irmãos terem o apreço do governador eleito. Nunca foi por realmente acreditar nas propostas. Cleitinho e os irmãos sempre escolheram o lado em que estariam pensando em conseguir apoio rumo ao ambicioso projeto de poder do Clã Azevedo. Uma família sem palavra é uma família em que não se pode confiar.



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