Após a forte repercussão de um caso grave ocorrido no fim de semana em Nova Serrana, a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) divulgou uma nota oficial para esclarecer que não possui qualquer vínculo com o local onde a ocorrência foi registrada.
Segundo a entidade, o espaço conhecido como Clube do Trabalhador não integra a rede do Serviço Social da Indústria (SESI) há quase duas décadas, apesar de ter sido citado dessa forma em reportagens iniciais.
FIEMG afirma que clube pertence ao município
De acordo com a nota, o imóvel foi vendido oficialmente à Prefeitura de Nova Serrana há cerca de 20 anos. Desde então, a gestão e administração do espaço são de responsabilidade exclusiva do poder público municipal.
Dessa forma, a FIEMG reforça que não tem qualquer ingerência ou responsabilidade sobre os fatos ocorridos no local.
Entidade lamenta caso e pede correção
Mesmo sem ligação com o clube, a FIEMG manifestou solidariedade aos envolvidos e lamentou o ocorrido. No entanto, destacou a necessidade de correção das informações divulgadas, a fim de evitar associação indevida ao Sistema FIEMG.
Relembre o caso que gerou repercussão
A nota foi divulgada após um caso grave registrado na tarde de sábado (12), no Clube do Trabalhador, ganhar grande repercussão em Nova Serrana e nas redes sociais.
Na ocasião, um homem de 51 anos foi preso suspeito de praticar abus0 contra a própria filha, uma criança com transtorno do espectro autista. A ocorrência mobilizou a Polícia Militar e causou revolta entre frequentadores do local.
Segundo as informações, o suspeito foi contido por pessoas que estavam no clube até a chegada dos militares. A criança recebeu atendimento e foi encaminhada ao hospital.
O episódio gerou indignação principalmente por ter ocorrido em um espaço frequentado por famílias, além da gravidade das denúncias.
Correção reforça importância da apuração
Diante da repercussão, o esclarecimento da FIEMG surge como um ponto importante para garantir a precisão das informações divulgadas sobre o local do fato.
Assim, o caso segue sendo investigado pelas autoridades, enquanto a atualização contribui para evitar interpretações equivocadas sobre a responsabilidade institucional.






