“O MPMG obteve, nesta sexta-feira, 27 de março, a prorrogação da prisão temporária das duas pessoas alvos dos mandados cumpridos durante a ação de quarta-feira, mantendo-os presos nas cidades de Arcos e Lagoa da Prata. O objetivou, com a prorrogação, é resguardar as diligências em curso, que apuram graves crimes contra a saúde pública e contra o consumidor, bem como fortes indícios de sonegação fiscal.
A decisão aponta que a restituição da liberdade aos investigados, neste momento, poderia comprometer a integridade e a eficácia da análise do material apreendido. Destacou-se ainda a necessidade de manutenção da prisão temporária, em função da pendência de oitivas de funcionários e colaboradores e, assim, de forma a assegurar que os depoimentos sejam prestados em ambiente livre de pressões, intimidações ou alinhamento prévio de versões.
Além disso, a Anvisa e a Vigilância Sanitária determinaram a imediata interdição da empresa alvo da operação, em quatro endereços de Arcos e um em Lagoa da Prata, incluindo uma fábrica clandestina que não detinha alvará de funcionamento e registro perante a Receita Estadual.
Os agentes sanitários ainda proibiram a distribuição e circulação de todos os produtos fabricados pela empresa.
Operação Casa de Farinha, Arcos e Lagoa da Prata.





