A noite de sábado, 2 de agosto, entrou para a história da cena gastronômica de Divinópolis. Em uma festa de encerramento impecável, o festival Prato da Casa 2025 consagrou seus grandes campeões. o irresistível Panhoca Caipira do Lagares Espettus, e a emocionada homenagem do Bar Sem Rezenha com a Coxinha Vantu, vencedora do Prato Avivar.
Com estrutura caprichada e recorde de público, o evento reforçou sua força como um dos maiores festivais gastronômicos do Centro-Oeste mineiro.
A consagração da panhoca mais saborosa da cidade
Quem provou, aprovou. A Panhoca Caipira arrebatou corações e paladares com uma combinação explosiva de sabores. O prato campeão reúne uma panhoca artesanal recheada com creme de mostarda, filé mignon suíno desfiado, linguiça calabresa, creme de alho e vinagrete.
Uma verdadeira bomba de sabor e criatividade. A criação é do Lagares Espettus, que apostou na rusticidade da roça com um toque gourmet, equilibrando texturas e temperos na medida certa.
Durante o festival, a panhoca virou assunto nas rodas de conversa, nas redes sociais e nas meses dos bares. Teve gente que encarou fila só para repetir. A apresentação surpreendente e o sabor intenso conquistaram o júri e o público.
No encerramento, o prato foi ovacionado. “A gente sabia que estava bom, mas ver esse reconhecimento emociona. É gratificante demais”, afirmou Henrique responsável pelo Lagares Espettus, com um sorriso largo no rosto e lágrimas nos olhos.
Uma coxinha com alma e memória: a história por trás da Coxinha Vantu
Se a panhoca conquistou pelo sabor, a Coxinha Vantu emocionou pelo significado. O Bar Sem Rezenha levou o prêmio do Prato Avivar 2025 com uma releitura afetiva que homenageia o saudoso Sr. Vantu, antigo dono de um tradicional bar que funcionava exatamente onde está o atual estabelecimento. Conhecido por servir quitutes com alma e simplicidade, o Sr. Vantu marcou gerações com seu carisma e dedicação.
A coxinha criada para o festival carrega não só um recheio saboroso, mas também uma história de gratidão. Com massa leve, crocância equilibrada e um recheio suculento de linguiça biquinho, o prato arrancou suspiros e votos.
O toque de carinho na apresentação ajudou a transformar o petisco num verdadeiro símbolo de afeto. “Essa vitória é para ele. Tudo que vivemos aqui tem o dedo do Sr. Vantu. Essa coxinha é memória viva”, disse Diogo dono do bar, emocionado no palco.
Um festival que superou todas as expectativas
Além dos campeões, a edição 2025 do Prato da Casa entrou para a história por outros motivos. Foram 11 bares participantes, todos lotados em cada noite de apresentação dos pratos. A movimentação intensa surpreendeu até os organizadores. Muitos relataram que nunca tinham visto tanta gente nos bares em edições anteriores.
Além disso, a festa de encerramento, realizada no dia 2 de agosto, reuniu um público recorde. Famílias inteiras, grupos de amigos e amantes da boa comida se espalharam pelo espaço, que contava com estrutura profissional, organização impecável e atrações musicais de primeira. Tudo foi pensado nos mínimos detalhes: desde o sistema de atendimento, passando pela disposição dos bares, até a limpeza dos banheiros.
Mesmo com o grande fluxo de pessoas, tudo correu com tranquilidade. Não houve registro de tumultos ou filas descontroladas. O clima era de alegria e celebração. “É o reflexo de um trabalho sério, que valoriza os bares da cidade e a cultura gastronômica local”, destacou um dos organizadores do festival, comemorando o sucesso da edição.
Bares em destaque e um público cada vez mais engajado
Portanto, ao longo das semanas do festival, os bares participantes deram um show de criatividade. Cada um trouxe sua identidade, inovando na apresentação dos pratos, investindo em ingredientes regionais e criando experiências memoráveis para os clientes. Muitos usaram o evento para lançar novidades no cardápio e testar combinações inusitadas que deram muito certo.
A movimentação também aqueceu a economia local. Bares relataram aumento significativo nas vendas durante o período do Prato da Casa. Além disso, a edição 2025 serviu como vitrine para novos talentos da gastronomia local. Além disso, muitos cozinheiros e empreendedores ganharam visibilidade após a repercussão nas redes sociais.
O sabor da tradição com um toque de futuro
Portanto, o sucesso da edição 2025 mostrou que o Prato da Casa não é apenas um festival é um patrimônio cultural de Divinópolis. Combinando tradição, inovação e afeto, o evento valoriza o que há de melhor na gastronomia de boteco, reforçando a identidade da cidade e a importância da comida como expressão cultural.
Além disso, o reconhecimento aos campeões reforça esse espírito. A Panhoca Caipira, com sua ousadia e potência de sabor, e a Coxinha Vantu, com sua carga afetiva e respeito à história, representam muito mais que pratos premiados. Eles são símbolos de uma cidade que celebra o passado sem deixar de olhar para o futuro.
Portanto, a expectativa já é grande para 2026. Se depender do sucesso deste ano, a próxima edição promete ainda mais sabores, histórias e recordes. Enquanto isso, fica o convite, experimente os campeões. Eles continuam no cardápio dos bares. Afinal, quando o prato é bom, a gente repete.







Pra mim o Prata da Casa já faz parte de uma das melhores festas de Divinopolis. Festa da fantasia e a Divina Expô. Nao temos mais nessa envergadura.
No prato da casa, de sábado, último, so tenho a reclamar de uma coisa: Nao consegui buscar minhas as blusas no carro. Nao pude ir no carro e voltar. Eu minha namorada tivemos que vir embora um pouco mais cedo pois estávamos sentido frio.