Militão alega ao STF ter ido de Divinópolis à Brasília “para rezar”, nos atos golpistas de 8 de janeiro

Condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 14 anos de prisão, radialista e ex candidato a prefeito, disse que deixou a capital do Distrito Federal, após ser atingido por bala de borracha.

Publicado por: Redação

Em um trecho de vídeo o qual Luís Gonzaga Militão, radialista e ex candidato a prefeito de Divinópolis presta depoimento em audiência de seu julgamento, ele da a versão dele sobre sua participação nos atos antidemocráticos/golpistas, de 8 de janeiro de 2023, os quais culminaram na invasão dos prédios dos Três Poderes, em Brasília.

Militão, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 14 anos de prisão, afirmou que sua ida à Capital Federal teria como motivação um encontro religioso. Segundo ele, a participação se deu a convite de fiéis de um grupo de oração que liderava em Divinópolis, e o objetivo seria apenas rezar um Terço coletivo na Esplanada dos Ministérios.

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Durante o depoimento, o ex-candidato a prefeito relata também que foi ferido no pé por uma bala de borracha disparada pela segurança institucional. Ainda de acordo com seu testemunho, ele teria deixado o local pouco depois do ocorrido, utilizando um carro de aplicativo para se afastar da região dos confrontos.

A fala de Militão está registrada nos autos do processo que tramita no STF, onde foi condenado por cinco crimes: abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, associação criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

Veja trecho da audiência analisado no julgamento e participação de Militão nos atos golpistas do dia 08/01/2023

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comentários

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  1. Alexandre disse:

    Como disse o Bolsonaro: “MALUCO”.

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