O empresário e ex-vereador Eduardo Print Júnior se manifestou publicamente nesta quarta-feira (30), após a divulgação da sentença que o condenou por decisão do juiz Mauro Riuji Yamane. Em nota, Print afirma ter recebido com surpresa e indignação a decisão judicial, que ele atribui a uma denúncia infundada feita pelo prefeito Gleidson Azevedo em 2023 – O Divinews teve acesso exclusivo a todos os depoimentos feitos no Ministério Público, incluindo o do prefeito Gleidson Azevedo, que reproduzimos a seguir.
Para o ex-parlamentar, a condenação representa um marco negativo na história de Divinópolis. “Uma condenação sem provas e sem precedentes na nossa cidade”, declarou. Ele ressalta que, durante todo o processo judicial, contribuiu com as investigações, e aponta que as oitivas realizadas na Câmara Municipal, disponíveis por meio de vídeos e atas públicas, foram unânimes em negar seu envolvimento nas denúncias.
“Foi unânime entre os entrevistados, empresários da cidade, que eu, em momento algum, tive qualquer tipo de envolvimento dentro da denúncia realizada pelo prefeito”, afirmou Print Júnior, reforçando que seu nome não foi citado em qualquer delação feita pelos empresários.
O ex-vereador levanta uma série de questionamentos públicos quanto à base da decisão judicial:
“Qual o motivo da condenação já que não há provas? Por que não divulgam as provas como transparência do processo? Bastou a fé pública do prefeito para que essa condenação fosse confirmada?”, indagou.
Print ainda avalia que há uma perseguição política e pessoal instaurada na cidade, onde parlamentares estariam sendo afastados “sem qualquer tipo de comprovação das denúncias”. Ele se refere a si mesmo como um trabalhador, esposo, filho e pai de família, injustamente penalizado.
Por fim, o ex-vereador faz um apelo aos profissionais do Direito para que analisem a sentença e verifiquem se ela condiz com os fatos constantes nos autos.
“Peço que cada advogado leia a condenação e o processo e veja se a decisão do juiz Mauro Riuji condiz com a realidade dos fatos”, declarou.
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Print Júnior conclui sua manifestação reafirmando que permanece à disposição para esclarecimentos e que buscará os seus direitos enquanto cidadão.
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