Em um vídeo divulgado nas redes sociais, os deputados Cleitinho Azevedo e Eduardo Azevedo denunciaram o que classificam como uma tentativa de doutrinação ideológica em um material didático utilizado no Colégio Tiradentes, uma instituição militar localizada em Minas Gerais. Segundo os parlamentares, o conteúdo dos livros apresenta uma abordagem tendenciosa em relação a fatos históricos e políticos do Brasil e do mundo.
Os deputados destacaram que o material, financiado com recursos públicos, traz interpretações que favorecem governos de esquerda e fazem críticas diretas a gestões de direita, incluindo o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Entre os pontos questionados, Cleitinho e Eduardo Azevedo mencionaram trechos que sugerem que o Brasil deveria priorizar relações comerciais com regimes comunistas e ditatoriais, em detrimento de países como os Estados Unidos.
Outro aspecto que gerou polêmica foi a suposta tentativa de associar a extrema-direita na Europa ao regime de Adolf Hitler. Os parlamentares refutaram essa interpretação, argumentando que Hitler era um ditador e que o conceito de ditadura está mais associado a regimes de esquerda. Além disso, afirmaram que o material didático promove uma visão crítica do regime militar brasileiro, rotulando-o como “ditadura civil-militar” e tratando sua instauração como um golpe.
No vídeo, os deputados também apontaram trechos do livro que, segundo eles, buscam vitimizar o ex-presidente Lula, ao afirmar que não foram encontradas provas concretas contra ele na Operação Lava Jato. Por outro lado, afirmam que o material culpa integralmente o governo Bolsonaro pela condução da pandemia de Covid-19, ignorando outros fatores e decisões que envolveram estados e municípios no enfrentamento da crise sanitária.
Diante das denúncias, os parlamentares anunciaram que encaminharam um pedido formal ao governador de Minas Gerais, Romeu Zema, solicitando a retirada do material didático das escolas do estado. Além disso, afirmaram que também acionarão o Ministério da Educação para que esclareça a aprovação e distribuição do conteúdo, visto que o material foi adquirido com verba pública.
O senador Cleitinho Azevedo e o seu irmão deputado Eduardo Azevedo também fizeram um apelo aos pais de alunos para que fiscalizem o conteúdo educacional utilizado por seus filhos e denunciem possíveis casos de doutrinação ideológica. Segundo os deputados, o valor pago pelo material didático chega a quase mil reais por unidade, o que consideram um investimento público desproporcional para conteúdos que, em sua visão, não contribuem para a formação neutra e objetiva dos estudantes.
A denúncia repercutiu nas redes sociais e deve gerar novas discussões sobre a abordagem política nos materiais educacionais distribuídos em escolas públicas e militares do país.
Posteriormente a publicação do vídeo e a repercussão do caso, a Diretoria de Educação da Rede Tirantes da Policia Militar de Minas Gerais, se manifestou (veja matéria a seguir)







Senador e deputado, vão estudar nossa história para não voltarem a cuspir tanta ignorância. Chega um momento em que é preciso envergonhar de tanta falta de conhecimento e análise crítica.
A esquerda não aprende mesmo. Se não forem fiscalizados, sempre puxarão a sardinha para seu lado, se fazendo de vítimas. Afffff…..