Deputado Fake News, Eduardo Azevedo, e o irmão Gleidson Azevedo, prefeito de Divinópolis, atacam liberdade de expressão para tentar censurar o Divinews

Publicado por: Geraldo Passos

O prefeito de Divinópolis, Gleidson Azevedo e o irmão dele, deputado estadual Eduardo Azevedo, parecem não aprender sobre qual o real trabalho da imprensa. E sem saber como lidar com quem os critica com base em fatos, e não em especulações, a estratégia deles é simplesmente atacar a liberdade de expressão e tentar censurar a imprensa. Espalham fake news como forma de defesa e, ignorando os princípios da Constituição da República, fazem que a justiça gaste tempo e dinheiro em processos que são movidos apenas por xiliques, mimimi – No inicio de sua péssima administração de Divinópolis, Gleidson Azevedo, em seus ataques de fúrias, por diversas vezes foi para as emissoras de comunicação, rádio, televisão, outros portais e até mesmo a arcaica e ultrapassada mídia impressa bissemanal, mas que há anos informa  para as SECOM, que circulava diariamente, para vociferar contra o Divinews, o seu editor e até mesmo a esposa do editor. Contudo, o Divinews não perdeu tempo em processá-lo, desde o inicio do seu “desgoverno”   

Recentemente, em mais um desses xiliques, o deputado Eduardo Azevedo publicou um vídeo em que comete pelo menos dois crimes. Além de disseminar fake news, compartilhando informações falsas sobre o Divinews, ele ainda ameaça virtualmente o diretor do site, jornalista Geraldo Passos. Eduardo que ele e a família Azevedo são “perseguidos de forma injusta”. Não seria ao contrário? É só rever várias entrevistas concedidas de Gleidson  aos mais diversos veículos de comunicação, em emissoras de rádio, televisão, jornal impresso, sites, podcast, no início de sua “administração”, que a perseguição é invertida. (Vamos exibir todas, em breve). .

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Este é mais um episódio lamentável em que Gleidson e o irmão desperdiçam tempo e recursos financeiros do Ministério Público e da Justiça, movendo processos motivados pura e simplesmente pra tentar calar quem não concorda e questiona as ações tomadas por eles.

É importante esclarecer que, ao contrário da fake news divulgada por Eduardo no vídeo, o Divinews não é feito por um “pseudo jornalista” e, sim, por um jornalista profissional, com todos os devidos registros legais, assim como o próprio site, que cumpre com todas as suas obrigações perante às leis. Enfim, é uma empresa constituída que paga seus impostos e taxas em dia.

Acontece que Eduardo e o irmão Gleidson estão acostumados apenas com os bajuladores, que aplaudem tudo o que eles fazem sem questionar. Porém, esse não é o trabalho da imprensa séria. O interesse da sociedade é justamente que os jornalistas questionem, investiguem e, se necessário, critiquem o trabalho dos políticos que foram eleitos para representar a população. E esta é justamente a missão do Divinews.

Este não é o primeiro ataque direto de Eduardo e o irmão Gleidson ao Divinews e à liberdade de expressão da imprensa. Em junho deste ano, já havíamos denunciado que o deputado estadual, junto do irmão prefeito de Divinópolis, estavam tentando censurar nosso trabalho. Na época, o  religioso evangélico Eduardo Azevedo, que mais se preocupa com banheiros e identidade de gênero, além de outras pautas conservadoras e sem ganho social, aproveitou o tempo ocioso e, ao invés de justificar seu alto salário e trabalhar em prol da população, deixou seu gabinete na Assembleia Legislativa e procurou a Delegacia Especializada em Investigação de Crimes Cibernéticos para registrar seis queixas crime contra o Divinews.

Em todas as queixas crimes registradas pelos irmãos, as acusações giram em torno do suposto cometimento de crimes de calúnia e difamação contra Gleidson e Eduardo. A vontade desvairada de censurar a imprensa faz com que eles acusem um veículo de comunicação, legalmente construído, de ter cometido crime cibernético.

Nas queixas, o prefeito e o deputado citam algumas reportagens publicadas pelo Divinews ao longo dos últimos anos. Seguindo a missão do bom jornalismo, publicou denúncias sobre o trabalho do deputado na aprovação de uma lei sobrea cota mínima para a construção civil beneficiando um terreno dele, com o depoimento de um empresário que afirmou ter doado R$ 5 mil reais a Eduardo após suposto pedido do então vereador Rodrigo Kaboja. Também denunciamos o ato populista em que o irmão do prefeito dirigiu uma ambulância e colocou a vida de outras pessoas em risco, além da ligação da família Azevedo com a biomédica Lorena Marcondes e ainda a hipócrita nota de pesar que o deputado publicou após a morte da influenciadora Vanessa Bernardes, um desafeto antigo dele, e que chegou a ser alvo de uma gravação que ele mesmo fez. Todas são verídicas, amparadas por documentos, testemunhos, áudios e vídeos, como novamente reproduziremos a seguir.

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Eduardo, Gleidson e seus advogados, não conhecem ou preferem ignorar o que dizem as leis. Então, vamos lembra-los que artigo 220 da Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 1988, prevê que “a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição. Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social. É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística”. Ou seja, as denúncias feitas por um veículo de comunicação jamais podem ser confundidas com crime cibernético ou fake news. São apenas o trabalho da imprensa, de investigar, questionar e denunciar.

Quem escolhe entrar pra vida política precisa assumir um compromisso com a população, principalmente no que diz respeito à ética no trabalho, eficiência nas ações e responsabilidade na gestão dos recursos públicos. Também faz parte da vida política saber lidar com críticas. Um bom político rebate as críticas com base em fatos. Se determinada denúncia feita for injusta, cabe ao político apresentar provas concretas para comprovar sua versão da história e “desmentir” quem os critica. Mas, ao invés disso, Gleidson e Eduardo, preferem o obscuro caminho de tentar censurar e silenciar a imprensa, além de cometer fake news e mentir para seus eleitores.

Logo eles, que se dizem tão perseguidos injustamente, desde que chegaram ao poder fazem justamente isso com o Divinews. Outros veículos de comunicação da cidade também publicaram e publicam notícias com críticas e questionamentos sobre a atuação dos Azevedos na política, mas ao que parece, a sede de “vingança” e o único alvo da ira pelas críticas é direcionado exclusivamente ao Divinews. Ou será que os irmãos também estão processando os demais sites, rádios, podcasts e emissoras de TV que mostram os problemas e falhas nos mandatos deles?

Além de cometer os crimes de fake news e ameaça diretamente ao Divinews e seu diretor, Eduardo também já articulou o velho e conhecido gabinete do ódio. Assim que ele publicou o vídeo do xilique nas redes sociais falando do tal processo que ele e o irmão estão movendo contra o nosso veículo de informação de relevância social, seus poucos fieis escudeiros e defensores, enfim, uma bolha, começaram a compartilhar o vídeo em grupos do WhatsApp. Verdade seja dita… quem dera os Azevedos usassem esse tempo ocioso para justificar seus altos salários e realmente buscar algo de interesse público, né?

Se o Divinews fosse processar o clã, leia-se acentuadamente, Gleidson Azevedo, e Eduardo, excetuando-se o senador Cleitinho, que até então, publicamente não fez qualquer tipo de ataque ao portal de notícia, eles teriam dezenas de processos. Todavia, não temos tempo ocioso para isso, o dispendemos em situações relevantes para Divinópolis, para que a população consiga, politicamente, separar o joio do trigo.

O que o deputado estadual não sabe, ao exibir umas folhas, é que todos os processos criminais que ele fala, não existem, o que existe de fato, é um dele próprio, que vamos voltar a falar em breve, e outro do seu irmão, que ao não trabalhar, e deixar a atribuição da função para sua vice, tem tempo para além de gravar vídeos, ficar indo em Ministério Público, e Delegacias, ficar fazendo queixas, as mais diversas possíveis.

Eduardo tal qual o irmão, não tem respeito pela liturgia do cargo que ocupa e vive nas redes sociais em provocações a quem ele elege como adversário, isso por não concordar com as suas ideias. Onde já se viu um parlamentar usar essa terminologia. “SUA BATATA ESTÁ ASSANDO”. Como ele sabe disso. No nosso entendimento, ele não pode se antecipar, ou tentar adivinhar, uma decisão da Justiça. Uma decisão do Ministério Público. Que fala estranha é essa?

Fato é que, é preciso aguardar o mérito do julgamento, ainda em primeira instância.  O Divinews  não foi sequer ouvido. E o deputado já fez juízo de valor, baseado em “SE” – O Divinews é uma empresa de comunicação constituída legalmente, com o CNAE de atividade, totalmente adequado e com um jornalista legalmente registrado. Com sede em endereço físico existente. E nunca mudou seu CNPJ para fugir de responsabilidades civis diante da lei.

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