As obras da Avenida Magalhães Pinto, no bairro Niteroí, em Divinópolis completam um ano e “fazem aniversário” nesta primeira do mês de agosto de 2024. Como “presente” à população, ao invés do anúncio da conclusão das mesmas, foi publicado no Diário Oficial dos Municípios (DOM) na última quarta, 31 de julho, que as implementações de pavimentação asfáltica na via vão receber mais R$ 617 mil reais para concluir o serviço, conforme descrito na publicação.
Com esse aditivo na planilha em acordo da Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Fiscalização e Obras Públicas (Semfop) e a empresa Locadora Terramares LTDA, o orçamento da intervenção passou a ser alçado em R$ 7.884.826,46 (Sete milhões, oitocentos e oitenta quatro mil, oitocentos e vinte seis reais e quarenta e seis centavos).
A obra
Neste período, no ano passado, mais precisamente no dia 08 de agosto de 2023, foram anunciadas obras de drenagem e recapeamento asfáltico em toda extensão da Avenida Magalhães Pinto. Na época, o comunicado foi feito pela Prefeitura de Divinópolis por meio do Prefeito Gleidson Azevedo, do irmão, Deputado Estadual Eduardo Azevedo, do Secretário de Obras da cidade e outros vereadores da base, como à época o parlamentar cassado na Câmara Municipal, Diego Espino. Todos eles chegaram a gravar vídeos na região.
Centenas de comerciantes tem sofrido com a queda vertiginosa do movimento econômico, de lá para cá. Moradores também sofreram e alguns ainda sofrem para chegar e sair de suas casas, para além de terem transtornos com os entulhos e sujeira acarretados das intervenções da Semfop. Sem mencionar a alteração do fluxo de veículos por bairros vizinhos ou de acesso à cidade, como Danilo Passos, Vila Romana, Bom Pastor, entre outros, os quais diversas pessoas de lá também tem reclamado.
Desde o início das obras, vários donos de estabelecimentos questionaram o cronograma, celeridade e conclusão delas, pois, a cada dia de atraso ou descumprimento de datas prometidas, mais prejuízo sofriam. Uma Audiência Pública chegou a ser realizada e tentativas de reuniões com os representantes locais foram rechaçadas pelos responsáveis.
Com a manutenção dos preços de aluguéis e das despesas, mas a baixa receita de faturamento das vendas, muitos de fato decidiram encerrar as atividades, ao passo que alguns tem se esforçado para conseguirem se manter, caso de mercearias tradicionais, padarias, restaurantes, lojas, postos de gasolina e outros pontos em toda Avenida.
Foto: Sintram







