O Prefeito Gleidson Azevedo, por ter sido eleito única e exclusivamente por ser irmão do agora senador Cleitinho Azevedo, e assim é conhecido, foi duramente criticado após declarações contraditórias que vieram à tona recentemente. Em um vídeo, ele afirmou com veemência: “Eles tiveram a audácia de dizer que a Prefeitura está construindo um novo lixão. Olha o tanto que eles são cretinos, esse projeto vai acabar de vez com o problema do lixo em Divinópolis.” – No entanto, em uma reviravolta chocante, Gleidson também declarou: “Não quer dizer que vai ser aqui em Divinópolis, pode ser em qualquer cidade do consórcio! E se a oposição tiver dúvidas, procure o Ministério Público, pergunte a ele se eu estou mentindo, porque quem está mentindo são vocês, seus cara de pau.” – Os fatos evidenciam que “cara de pau”, de fato e de direito, é ele.
As afirmações contraditórias caíram por terra à luz de um documento oficial enviado ao Ministério Público, assinado pelo Controlador-Geral do Município, Diogo Andrade Vieira, que menciona planos concretos para instalar o aterro no Complexo Ferradura, área industrial da cidade.
O documento enviado e assinado pelo procurador do município menciona: “Atualmente, de forma conjunta com o CIAS, o Município de Divinópolis está atuando realizando levantamento técnico para viabilizar aprovação ambiental, junto ao Estado de Minas Gerais, de uma área com aproximadamente 300.000m², no local Complexo Ferradura, na zona industrial de Divinópolis.”.
A clara discrepância entre o que foi dito publicamente pelo Prefeito e o conteúdo do documento oficial não apenas levanta sérias dúvidas sobre a sinceridade e a transparência da administração municipal, mas também expõe uma tentativa deliberada de enganar os cidadãos de Divinópolis.
Também, a vice-prefeita Janete Aparecida, por gravação feita, em uma reunião realizada na Prefeitura no dia 3 deste mês, com moradores da região do Getsêmani além de ter afirmado explicitamente que Divinópolis sediará o lixo dezenas de município, terá ainda cobrança da taxa de lixo, que será sairá dos bolsos dos moradores, por metro cúbico.






