Polícia Civil prende um foragido suspeito de cometer assassinato em Formiga


A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu mandado de prisão temporária contra um investigado, de 25 anos, em Formiga, região Centro-Oeste. Ele é suspeito de um homicídio que vitimou um homem, de 35 anos, no dia 1 de junho deste ano. A medida judicial foi cumprida no dia 13 de setembro. De acordo com o órgão policial, após investigações, a equipe coordenada pelo delegado Luís Paulo de Oliveira identificou a autoria e prendeu o suspeito. “Representamos pela prisão temporária, cumprida no último dia 13, já que o investigado permaneceu foragido desde o dia do fato. Questionado, ele negou seu envolvimento no homicídio”, conta.

Ainda segundo Oliveira, a motivação do crime está relacionada ao tráfico. “As partes eram envolvidas com o tráfico de drogas e uso de substâncias entorpecentes”, revela ao acrescentar que o inquérito policial tramita com prioridade e, tão logo concluído, será remetido à Justiça.

Após a conclusão dos procedimentos, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil, e posteriormente ao Sistema Prisional, onde se encontra à disposição da Justiça. A ação policial foi realizada pela equipe da Delegacia de Crimes Contra a Vida em Formiga.

Conforme a PC relatou, na tarde do dia 2 de junho de 2021, policiais militares receberam informações de que a vítima estaria caída com ferimentos na cabeça, em um terreno próximo ao antigo Campo do Rosa Mística, local que faz divisa com a Rua Hilda Cabral de Paula, no bairro Ouro Branco, em Formiga.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, ao chegar ao local, os policiais constataram que a vítima havia sido alvejada com três disparos de arma de fogo e já teria falecido, constatação confirmada pela Perícia Técnica da PCMG que encontrou projéteis de arma de fogo alojados nos ferimentos da vítima e nas proximidades do local onde o corpo estava.

Assim que tomou conhecimento dos fatos, a PCMG instaurou inquérito policial para elucidação dos fatos. Em entrevista, os moradores locais informaram que ouviram disparos de arma de fogo na noite do dia 1 de junho.

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