Por Leonardo Junqueira: “Em terra de cego, o Rei diz que tem um olho!


Por que a mídia está divulgando informações que provocam medo e pânico na população? – Por que não recebemos notícias esclarecedoras sobre o COVID-19? – Por que, quando boas notícias aparecem são logo sufocadas por uma avalanche de más notícias? – Por que não buscamos as informações, que de forma direta questionam as notícias que nos acuam pelo pavor de uma contaminação?

Relembrando um pouco o começo de toda esta história, quando o coronavirus se espalhava por países europeus, acompanhamos demonstrações de fraternidade e solidariedade de profunda comoção. As pessoas cantavam, tocavam melodias, espalhavam da sacada de suas moradias um otimismo mais contaminante que o próprio vírus. Vizinhos começaram a se conhecer pelo nome e não mais como “o morador do segundo antar”, as “lives” nas redes sociais amenizavam a solidão de alguns e gente, como eu ou você, começamos a nos proteger e a nos adaptar ao convívio familiar e a nos conhecer melhor.

Há, com certeza, uma atividade sub-humana nisso tudo. Temos a ganância de pessoas, que querem aproveitar a oportunidade do pânico estabelecido para insuflar o pavor da morte e por isso ampliam assustadoramente o mal provocado pela pandemia.

Temos medicamentos simples e baratos que neutralizam o COVID-19. Mas algumas (verdadeiras) facções criminosas travestidas de “políticas públicas” mostram interesses pelo lucro financiados por empresas poderosas. Senão vejamos: que interesse tem a indústria farmacêutica em pesquisar, identificar, produzir e disponibilizar a vacina ou cura para o coronavirus a baixo custo? Infelizmente, “nenhum”, porque eles sabem que a cura já existe e está ao alcance de qualquer um de nós.

Que interesse os poderosos têm em alimentar a fraternidade entre as pessoas? Nenhum, porque é a fraternidade e solidariedade que estabelecem limites ao egoísmo e o acesso ao poder.

Temos as influências nefastas da mídia, “muito bem paga”, para nos manter confinados, não apenas em nossas casas, mas em nossa ignorância.

No Brasil temos uma justiça corrupta e tendenciosa alinhada aos interesses financeiros ou da impunidade, porque sabem que a cura para o COVID-19 já existe, mas querem o poder sobre nosso direito à vida. Temos cientistas sob rédeas, para que não tornem público suas descobertas e assim o pânico e o medo crescem nos deixando imobilizados.

Quando a consciência nos liberta nos tornamos subversivos da ordem que querem estabelecer. E assim, cancelam nossas contas nas redes sociais para que a razão da verdade não se torne um obstáculo aos planos obviamente “sacanas”, que controlam nossos corações e mentes.

Temos que sair da trincheira em que nos encontramos, levantar a cabeça e ver, com nossos olhos e não os da mídia, que nossos inimigos são menores e estão apodrecendo em suas vaidades. Estamos como na paródia do rei que tem um olho em terra de cegos. Na verdade, ele não tem um olho. O rei apenas diz que tem… E acreditamos nele, mas precisamos acreditar na verdade.

 

LÉO JUNQUEIRA é daqueles publicitários da época romântica, quando a comunicação ainda era feita com base no talento criativo. Foi sócio fundador da Insight Comunicação durante 22 anos prestando serviços de comunicação e marketing a grandes empresas, como Pastifício Santa Amália, Riclan (fabricante do Pircóptero e drops Freegell’s), Cera Inglesa, Calçados Jacob (Kildere), Café Brasil, Balas Santa Rita entre outras grandes empresas que fizeram histórias de sucesso. Trabalhou em grandes agências de publicidade em Minas e na área política, como publicitário, assessorou as prefeituras de Uberlândia, Varginha e Divinópolis além de desenvolver e coordenar inúmeras campanhas políticas em Minas Gerais. Léo Junqueira é consultor de marketing, compositor, violeiro, escritor, avô e colaborador do Divinews.

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