Polícia Civil conclui procedimento de prisão do pai que jogou filho com paralisia no mato


A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu, nesta terça-feira (26), os procedimentos referentes ao Auto de Prisão em Flagrante Delito (APFD) de Aislan Souza e Silva, de 29 anos. Ele é suspeito de matar Fiama Antônia de Freitas Machado, de 25 anos, e o filho do casal David Lucca Silva Machado, de 1 ano e 9 meses, com paralisia cerebral. As vítimas estavam desaparecidas desde 9 de setembro deste ano. Aislan foi preso, preventivamente, sexta-feira (22), por ocultação de cadáver.

No relatório concluído e encaminhado à Justiça, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do investigado, que poderá ficar preso, à disposição da Justiça, durante a tramitação do processo.

“A ocultação de cadáver é um crime permanente. Não importa quando tenha ocorrido a ocultação, a situação de flagrante é contínua, com ofensa jurídica constante, só interrompida pela localização do cadáver,” explicou a Delegada Maria Alice Faria, Chefe da Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida.

Desaparecimento
No dia 9 de setembro de 2019, Fiama teria vindo para Belo Horizonte de carona com Aislan, trazendo o filho David Lucca da cidade de Tombos para uma consulta médica em Belo Horizonte.

Após a prisão, Aislan confessou à Polícia Civil que no mesmo dia que matou Fiama, ele jogou a criança em uma mata, próxima às margens do km 584 da BR-040, local diverso de onde teria assassinado a mãe.

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