Logo após a opaca vaia, quase inaudível, incentivada pelo discurso de Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional dos Municípios, a Presidenta Dilma passou-lhe uma descompostura, com o dedo em riste disse para Paulo que não adiantava ele estimular o movimento pela redistribuição dos royalties do petróleo, pois se a Lei for aprovada no Congresso seria derrotada no Judiciário por ser direito adquirido dos estados produtores.
Uma pergunta se faz necessária, por que os estados produtores de minério de ferro, ouro, manganês, entre outras riquezas do sub solo brasileiro também não pagam royalties para todos os municípios da federação independentemente de serem ou não produtores, assim como querem fazer com o petróleo.
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