Em que pesem todas as nuances do passado, que envolveram a aprovação do projeto de Lei para o tratamento do esgoto no município com a posição contrária e ferrenha do então vereador, Vladimir Azevedo, à época, contra a possibilidade do esgoto vir a ser tratado pela Copasa e sua mudança de posição como prefeito da cidade. O fato é que, o Rio não pode como já não podia no passado, ficar à mercê de discussões e posicionamentos políticos sem fim. Já naquela época ele não estava agüentando e muito menos agora.
Mesmo diante da sua controversa posição e do preço político que o prefeito vier a pagar, pela assinatura do decreto em detrimento de uma nova discussão democrática com os vereadores para aprovar uma Lei, por ele foi rejeitada no passado, para dar agilidade em todo o processo interrompendo esta “celeuma”, que com certeza se alongaria, talvez, por meses e meses, prolongando ainda mais a agonia do Rio Itapecerica, a sua opção foi correr o risco do desgaste da assinatura do decreto.
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