PREFEITURA de Divinópolis insatisfeita com entrevista de candidato petista ao Jornal Gazeta do Oeste, emite NOTA DE ESCLARECIMENTO

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Nota de Esclarecimento: Divinópolis, 21 de setembro de 2016 – A Prefeitura de Divinópolis vem a público se manifestar diante das colocações feitas pelo candidato a prefeito pelo Partido dos Trabalhadores, em entrevista publicada na edição desta quarta-feira (21/09), do Jornal Gazeta do Oeste, quando este cita a questão do tratamento de esgoto em Divinópolis — Ao destacar a “taxa de esgoto” o candidato, que garante na entrevista ter “porta aberta para falar com o Governador”, utilizou o termo como ‘desumano’ para tentar forjar um caráter comoção. No entanto, a arbitragem da tarifa cabe à Agência Reguladora de Água e Esgoto (Arsae), autarquia especial com autonomia administrativa, vinculada ao Governo do Estado, através da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional e Política Urbana — A Prefeitura aproveita para relembrar que em outubro de 2014, na condição de Chefe do Executivo Eleito, o Governador Fernando Pimentel, usou os mesmos argumentos para garantir que tomaria providências. Em trecho da entrevista à imprensa local, questiona: “Como é que a Copasa cobra a tarifa e não trata nenhum centímetro de esgoto?” (sic) Jornal Gazeta do Oeste, outubro de 2014 — Apesar das declarações do Governador Fernando Pimentel, nenhuma medida foi adotada em relação à Companhia de Saneamento, cujo mandatário é o Governo do Estado. As obras em Divinópolis somente foram retomadas por exigência única do município em audiência realizada na Arsae — No que se refere à condição de “desumano”, a Prefeitura lista situações que poderiam ser mediadas por aqueles que dizem ter amplo acesso ao Governo do Estado. Há de se destacar a deficiência de leitos em Divinópolis e na região, o que sobrecarrega o atendimento na UPA Padre Roberto. Destaca também o não cumprimento do Estado no acordo com os municípios do Consórcio Intermunicipal Saúde (Cis-Urg) para o funcionamento Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), com ambulâncias paradas em Divinópolis que poderiam estar salvando vidas. E ainda o não cumprimento da promessa de repasse de R$ 17 milhões ao Hospital São João de Deus e por o atraso do repasse da cota do ICMS aos municípios, direito legal, que tem deixado as prefeituras mineiras em situação difícil para cumprir os compromissos sociais e financeiros — Assim, restabelecida a verdade dos fatos, o Município reafirma a certeza que o processo eleitoral deve ser pautado pela realidade, sejam nas conquistas ou dificuldades enfrentadas pelos municípios, mas sempre tendo a verdade como princípio básico de suas proposições.

 

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