
Já a Pec 241/2016 se aprovada irá reduzir por duas décadas as ações estatais de redistribuição de renda, comprometer a oferta de serviços públicos universais como Saúde e Educação e deteriorar investimentos públicos em infraestrutura. As parcelas mais pobres da população, que utilizam o serviço público, é que irão pagar a conta do “ajuste”, ao mesmo tempo em que os ganhos de renda do capital serão preservados.
Reforma da Previdência
Se confirmada nos termos anunciados pelo ministro Chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, a Reforma Previdenciária será mais dura que as realizadas por FHC e Lula. A proposta prevê: aumento da idade mínima e do tempo de contribuição; equiparação de idade e tempo de contribuição entre homens e mulheres; transição somente para quem tem mais de 50 anos; eliminação da diferença de critério para aposentadoria de trabalhador urbano e rural e servidor público e trabalhador da iniciativa privada, etc.
Ações
Além da audiência pública no dia 11 na Câmara Municipal de Divinópolis, entre as ações traçadas pelos sindicatos e movimentos sociais estão: distribuição de informativos aos servidores e população; coletiva de imprensa na próxima semana para apresentar prejuízos previstos, ações e cronograma de luta; lançamento da “Frente em Defesa dos Trabalhadores e dos Serviços Públicos”, entre outras medidas.
A presidente, Luciana Santos, e a vice, Ivanete Ferreira, participaram do debate representando o Sintram. “Essas medidas se aprovadas representarão o desmonte total da seguridade social do país, dos serviços públicos, saúde e educação. É fundamental a participação e o repasse de informações à população e servidores públicos sobre essa situação que irá representar um verdadeiro sucateamento dos estados e municípios . Somente com a mobilização e luta iremos reverter esses ataques ao servidor público, a saúde, educação, ao povo brasileiro”, disse Ivanete Ferreira.






