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Segundo o diagnóstico de Violência Doméstica e Familiar nas regiões Integradas de Segurança Pública de Minas, no período 2013 e 2015, revela o perfil das vítimas pelas maiores indecências:
Cerca de 45% das mulheres vitimas de violência domésticas e de cor parda, brancas representam 33% e negra 15%. As faixas etárias são de 25 a 34%, que corresponde a 30% e de 35 a 44, são 23%. As vitimas de 18 a 24 anos são 20% do total.
Ainda segundo o estudo, a maior incidência ocorre entre as mulheres que tem ensino fundamental incompleto, 23%, as que são apenas alfabetizadas, são 21% e as com ensino fundamental completo, 9% e as com ensino médio incompleto 9%.
Os agressores são majoritariamente os próprios cônjuges ou companheiros, 40% e ex-conjuges/ex-companheiros, 30%. Somando 80%. Em seguida vem os filhos e enteados, 9% – Irmãos 8%, pais e responsáveis legal, 7% e namorado 6%.
Somente, logo após a implantação da lei, em 2007 ocorreu uma pequena queda, posteriormente os dados continuaram no mesmo patamar.
A Tribuna conclamou que a Mesa Diretora da Câmara e a Comissão de Direitos Humanos e Defesa Social, e da Comissão de Participação Popular, enfim de todas as comissões que se sensibilizem com a causa da dignidade feminina e estimulem o prefeito municipal a nomear e empossar os membros do Conselho Municipal da Mulher.
ATUAÇÃO PARLAMENTAR: o interessante é que todos os vereadores, como é de praxe, elogiaram a atuação da tribuna, mas nenhum deles se comprometeu em conversar com o prefeito para que ele nomeie os membros do Conselho da Mulher.






