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A fórmula é bem simples, é somar a coluna do IPEAD com a UPFMD. Por exemplo, em 2014, o INPC 6,22. O IPEAD, foi 6,91 e o UPFMD, foi 3.69. É somar 6,91 + 3,69 = 10,60 – Logo o reajuste seria de 10,6%, bem maior que o INPC que foi de 6,22.
Um dos participantes de Assembleia, Antônio, tem dúvidas sobre se o governo vai aceita o IPEAD, como um indexador para reajuste, já que, segundo ele o índice que embora sendo usado no estado, elaborado por Universidade e pelo Dieese, tem componentes de índice federal, assim como a UPFMD. Contudo, em reunião da Comissão com o jurídico da Câmara de Divinópolis, este sinalizou pela legalidade de tais indexadores.
Outra reivindicação do servidores é quanto ao reajuste do ticket alimentação, que alguns queriam inserir a negociação, junto com a proposta que será apresentada para o prefeito. Contudo, a inserção junto com o pacote, foi rejeitada, somente após a discussão dos índices e que haverá uma nova discussão para negociar o defasado valor do ticket.
João Madeira, o ex-presidente, fez um veemente discurso de luta da categoria durante a Assembleia; “Temos que ir pra ruas e garantir os nosso direitos – Eu não quero saber o que ele (prefeito) está pensando, foi ele quem criou o problema, ele que resolva….”, ao final da fala de madeira, uma das participantes da Assembleia, elogiou o discurso do madeira e dizendo que este é o madeira que ela conhecia, que agora está mais solto, livre (Poderia estar dizendo sobre o julgo que Gigante impõe sobre todos os membros do sindicato, como eminencia parda que é, em tentar impor a vontade dele, meio que aliada com o governo, já que este o apoio publicamente fazendo inclusive campanha na TV, tipo “vote em Vladimir”)
“Eu já vi o prefeito dizer para os secretários. EU QUERO, e o secretário obedecer, e passou por cima da inconstitucionalidade”, disse um dos participantes. Que completou: “Quantas recomendações do MP, a prefeitura não seguiu”
A diretora de comunicação do sindicato, Ivanete Ferreira, disse: “As questões de salários são resolvidas nas ruas, como foi a questão do gatilho”.
A presidente, “A PRESIDENTE OFICIAL”, Juliana Santos, e não o “PRESIDENTE INFORMAL”, que se mete em tudo, quer resolver tudo, quer definir tudo dentro do sindicato, em entrevista ao Divinews, afirmou que a proposta aprovada pela SOBERANA Assembleia será levada imediatamente para o Executivo.
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