![]() Continua depois da publicidade De acordo com os administradores, são realizadas cerca de 1.500 internações mensais no hospital, porém são repassados pelo governo apenas a quantia referente a 900 internações mensais, sendo este um dos geradores de dívidas ao hospital. “Nosso desafio é manter a casa aberta, e para isso é preciso calcular o déficit. Vamos fazer isto junto dos quatro Promotores públicos de Divinópolis para que eles possam ter uma noção do quanto podemos custear do hospital”, disse o diretor da Adictum, Ariston Oliveira. No último dia 20 de agosto foi publicada uma Portaria para que o hospital receba R$ 4 milhões do Rede Cegonha que serão utilizados para custeio e investimentos na melhoria da maternidade. Outra quantia que é esperada pela administração são os R$ 266 mil da Rede Resposta que deverá ser repassado pelo Governo Federal mensalmente. A instituição busca ainda mais R$200 mil do programa Rede Resposta do Governo Estadual, além da busca também pelo credenciamento do Hospital São João de Deus para os 20 leitos da UTI Adulta. “O hospital ampliou os vinte leitos em fevereiro, mas até hoje ainda não recebeu a verba do Governo Federal”, comentou Ariston. No entanto, além deste pagamento o governo ainda deverá pagar retroativo à fevereiro quando foi anunciada a ampliação dos leitos dos hospital, o que já totaliza R$1 milhão, que deverão ser repassados até abril de 2015. Entre as dívidas do hospital, apenas referente ao pagamento dos médicos já estão acumulados R$2,5 milhões. Porém de acordo com os administradores, se fosse possível somar todos as verbas garantidas, mas que não foram liberadas ainda, o hospital não estaria devendo, e sim, estaria com saldo positivo em caixa, por isso, cria-se tantas expectativas com relação a estas verbas. Estiveram presente na reunião, os Vereadores: Kaboja, Marcos Vinicius, Edimar Félix, José Wilson Piriquito, Careca da Água Mineral, Edmar Rodrigues, Rodyson, Marquinho Clementino e Edimilson Andrade.
Continua depois da publicidade Fonte: CMD
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Essa é a versão da Dictum, que não bate com a versão do SINDEESS (Sindicato) e nem tão pouco dos médicos das clinicas, e do CRM-MG. Somente quem segue acreditando na empresa interventora é o Ministério Público, segundo opinião do Fórum dos sindicatos.
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