Após terem sido presos temporariamente em dezembro de 2013, os chamados “Barões do Bicho” retomaram a atividade de jogatina. As testemunhas do caso passaram a correr risco de ser intimidadas ou corrompidas pelos criminosos, que, além de contar com o apoio de, pelo menos, três policiais, detinham elevado poder econômico, com movimentações mensais de cerca de meio milhão de reais com a atividade ilegal. Apurou-se que um dos investigados, também detido, apresentou movimentação financeira aproximada de 27 milhões de reais em três anos, por meio de uma pequena empresa situada em Varginha.
Os infratores responderão pelas infrações penais de jogo de azar, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de bens e valores, cujas penas cominadas somam mais de vinte anos de prisão.
O nome da operação faz referência ao “grande prêmio” pago por máquinas de cassino






