Vereador da Câmara de Divinópolis perde a compostura com coronel aposentado da Policia Militar e editor de jornal impresso na cidade

Publicado por: suporte

O motivo da ira do vereador foi por causa do resultado da CPI que inocentou Edson Sousa e o jornal não divulgou nada a respeito, nem uma linha. E, quando da instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito, quando o vereador foi acusado por Jose Venâncio de corrupção, o jornal o massacrou editorialmente.

Edson Sousa, meio que fora de controle, na tarde desta terça-feira (26), só não chamou o diretor editorial do Jornal Agora de “santo”, porque de resto.

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O “ataque”do vereador começou no seu pronunciamento sobre a denuncia da secretaria de cultura, já noticiada pelo Divinews. Ao falar que a imprensa estava caladinha sobre o episodio, ele citou o sobrenome “Faria”, do coronel, o atrelando ao “Faria” de (Vladimir Faria de Azevedo). “…aquela imprensa que conjuga o verbo no futuro que tem o mesmo nome daquele esse não pode falar não porque se falar da Rua Pernambuco…. – Aqui tem um jornal que não pode falar da Rua Pernambuco – Este eu não vou falar mais que não merece o nosso respeito e nem do povo de Divinópolis”.

Mas o fato é que o vereador não agüentou e falou, falou muito. Na expressão popular, “falou até babar”.

“Agora quero mandar um recado para o coronel Faria: Sr. Coronel Pedro Magalhães de Faria, eu queria que o senhor criasse vergonha na cara – Quando eu fui denunciado aqui nesta casa o senhor me deus duas manchetes na primeira página, me comparando com o presidente do FMI e com o presidente da economia, o senhor comparou o Venancio, com Francenildo e com aquela camareira. Então, coronel, eu queria que o senhor tivesse a grandeza, que fizesse um jornalismo sério e o senhor não perdesse, assim, na altura da sua vida, na altura da sua idade, aquilo que a pessoa tem mais de importante que é o nome. Eu queria que o senhor tivesse a grandeza de fazer um jornalismo para Divinópolis. O senhor me deu duas manchetes. Me chamou de histriônico, de doido, de inimigo publico numero um, o senhor me comparou com varias coisas, que talvez nós vamos encontrar mais rápido do que o senhor imagina. Eu sei muita coisa do senhor, talvez nós tem que abaixar o nível, mas o senhor não vai brincar com o meu nome senhor coronel”

Subindo o tom de voz, agora mais inflamado, o vereador continuou: “Veste o seu pijama e fique na sua insignificância, que o seu jornal não sirva para chegar e desviar fato social e vender opinião. Que o senhor faça o fato social. Se o vereador Edson Sousa é corrupto, tem que ser tratado como corrupto, mas se o vereador Edson Sousa foi investigado 4 meses e 14 dias e foi isentado por essa casa onde tem um líder do governo (Se referindo ao vereador Edmar Rodrigues que é líder do governo e foi relator da CPI)”

O vereador, a partir de então, subiu mais o tom e quase gritando disse: “O senhor devia ter a decência moral, seu coronelzinho, de escrever aquilo que esta casa imprimiu – O senhor faz um jornalismo que comparo para mim aquele papel que fica no banheiro – O senhor é um covarde coronel Faria”

O tempo de 10 minutos do vereador estoura e o presidente, lhe os 2 minutos a mais do regimento interno, e Edson continua: “ “O senhor devia ter a grandeza coronel, como por exemplo, um homem público é denunciado, o senhor narrar o fato social desta pessoa, para depois coronel que a denuncia veio. E o senhor me conhece desde menino, porque eu pegava roupa na casa do senhor para lavar e a farda até tinha um cheiro que naquela época eu não entendia qual que era o cheiro da sua farda – Ou o senhor vai criar vergonha na cara senhor coronel – O senhor não vai fazer jornal para tentar me tripudiar não – O senhor não vai vender opinião e ser sócio dos Farias da Rua Pernambuco não, só vai fazer um jornal como a sociedade divinopolitana que é um povo livre… – Se o vereador Edson Sousa é corrupto ele tem que ser punido pela opinião publica, pela lei, mas se o vereador Edson Sousa não é corrupto, como homem público, o senhor tinha que dar pelo menos…o senhor escrever editorial….Seu nojento – Quero falar para o senhor seu coronel Faria que a partir de hoje o senhor não merece o meu respeito, o senhor é um cadáver que anda, um homem de composição (palavra inaudível), um homem imoral que a partir de hoje não merece meu respeito – E, do jeito que a arma que o senhor vier, seu coronel, o senhor pode ter certeza que o soldado Edson estará de prontidão.”

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Fim

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